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Conheça o Selo Procel de Economia de Energia

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Ao comprar um eletrodoméstico, você provavelmente já reparou em uma etiqueta em formato de lâmpada, nas cores preta e amarela, não é? O Selo Procel de Economia de Energia, criado em 1993, está presente em equipamentos de climatização, iluminação e outros produtos, tornando-se uma importante referência para quem busca economia na conta de luz e mais eficiência energética.

O Selo é concedido aos produtos que recebem classificação “A” na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que informa o nível de eficiência energética dos equipamentos e auxilia o consumidor na comparação entre diferentes modelos. Assim, o Selo Procel destaca aqueles que estão entre os mais eficientes do mercado, contribuindo para escolhas mais conscientes. 

O selo Procel também é concedido às edificações classificadas como mais eficientes.  Assim, o consumidor não só pode escolher eletrodomésticos mais eficientes como até mesmo optar por construções que oferecerão melhor desempenho energético, o que é um grande diferencial nesse momento de mudanças climáticas.

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A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e executado pela Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar). 

Economia para o bolso e mais sustentabilidade

Na prática, o Selo Procel ajuda o consumidor a identificar, de forma rápida, quais produtos e construções consomem menos energia sem comprometer o desempenho e o conforto.

Além da economia financeira, optar por produtos com o Selo Procel também representa um ganho ambiental. Equipamentos e construções mais eficientes reduzem a demanda por energia elétrica, contribuindo para o uso mais racional dos recursos naturais e para a diminuição dos impactos ambientais associados à geração de eletricidade.

A adoção de tecnologias mais eficientes também incentiva a indústria a investir em inovação, elevando os padrões de qualidade dos produtos disponíveis no mercado.

INFO SELO PROCEL

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Defesa participa de diálogo sobre descarbonização do transporte marítimo

Publicados

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Brasília (DF), 4/8/2026 – O Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, participou, nesta terça-feira (4), de diálogo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre descarbonização do transporte marítimo. O evento, realizado em Brasília (DF), contou com a participação do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, além de representantes do governo, da indústria, do setor marítimo e da cadeia de biocombustíveis.

Na ocasião, especialistas, representantes das indústrias e setor produtivo discutiram temas relacionados ao uso do combustível etanol nas embarcações e a redução das emissões de carbono no transporte marítimo. Também foram debatidos aspectos relacionados à competitividade da indústria nacional, à inovação tecnológica e à participação do Brasil nas cadeias globais de comércio.

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Durante o evento, o Ministro José Mucio observou que a busca por alternativas energéticas para a navegação integra as discussões internacionais sobre redução de emissões. “Precisamos encontrar alternativas ao uso desse combustível no sentido de reduzir a pegada de carbono nesse modal de transporte e, consequentemente, diminuir a emissão de carbono diretamente na atmosfera”, afirmou.

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As discussões abordaram ainda o processo de descarbonização conduzido no âmbito da Organização Marítima Internacional (IMO), organismo responsável pela definição de normas globais para o transporte marítimo. Os participantes discutiram propostas e aspectos regulatórios relacionados às normas nacionais e internacionais voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa no setor marítimo.

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De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o transporte marítimo responde por cerca de 96% das mercadorias brasileiras comercializadas com o exterior, considerando o volume transportado. Segundo a entidade, as discussões conduzidas no âmbito da IMO podem influenciar futuras normas internacionais relacionadas à descarbonização da navegação, com impactos sobre a competitividade do comércio exterior brasileiro.

Por Daniel Lima
Fotos: Érico Alves

Assessoria Especial de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4070

Fonte: Ministério da Defesa

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