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MDHC e CNPq divulgam resultado da análise de elegibilidade do 2º Prêmio Pesquisa-DH
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O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), informa que foi publicado, em 3 de setembro, o resultado da análise de elegibilidade do 2º Prêmio de Incentivo à Pesquisa em Direitos Humanos (Prêmio Pesquisa-DH). O resultado foi publicado pelo CNPq no Diário Oficial da União (DOU) e em seu site.
A premiação tem como objetivo reconhecer e valorizar trabalhos que contribuam para a promoção e a efetivação dos Direitos Humanos, destacando pesquisas e iniciativas com relevância social e potencial de aplicação nas políticas e programas do MDHC.
O prêmio contempla cinco categorias: Pesquisa em Direitos Humanos; Tradução do Conhecimento em Direitos Humanos; Políticas em Direitos Humanos; Geração Cidadã de Evidências em Direitos Humanos; e Extensão em Direitos Humanos. Os três primeiros colocados de cada categoria recebem premiações, com valores em dinheiro, certificado e troféus.
Os candidatos poderão apresentar recurso administrativo contra o resultado da análise de elegibilidade, de caráter eliminatório, conforme as regras estabelecidas no edital. O prazo para apresentação dos recursos teve início em 4 de setembro e termina nesta quarta-feira (9). O recurso deve ser enviado exclusivamente por e-mail para o endereço: [email protected].
Após a análise dos recursos, o resultado final será divulgado nos portais do MDHC e do CNPq, conforme o cronograma previsto no edital.
Confira a lista do resultado da análise de elegibilidade na página do Prêmio Pesquisa-DH.
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Edital seleciona projetos para fortalecer proteção de crianças e adolescentes
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(61) 2027-3538
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Internet abre um mundo de possibilidades e de perigos para crianças e adolescentes
A internet já é parte inevitável da vida das crianças. Ela é um portal para novas descobertas, mas também, para perigos que exigem atenção de famílias, escolas, governos e das próprias plataformas. Excesso de exposição, contato com desconhecidos, acesso a conteúdos inadequados e cyberbullying são apenas algumas das situações que precisam de atenção dos adultos.
Estabelecer limites para o uso da internet é importante, mas a educação digital vai além do controle de tempo de tela. Crianças e adolescentes precisam aprender a reconhecer riscos, proteger sua privacidade, respeitar outras pessoas e pedir ajuda diante de situações que provoquem medo, constrangimento ou dúvida.
Uma boa estratégia é combinar regras claras com diálogo. Pais e responsáveis podem definir horários e ambientes adequados para o uso dos dispositivos, acompanhar os aplicativos utilizados e explicar por que determinadas informações não devem ser compartilhadas.
Algumas dicas importantes a serem compartilhadas com crianças e adolescentes são para não compartilhar dados pessoais com desconhecidos ou publicá-los abertamente em redes sociais, jogos e plataformas digitais. Também é importante evitar a divulgação de informações sobre horários, lugares frequentados e viagens em tempo real.
Convites para migrar rapidamente uma conversa para outra plataforma, pedidos de sigilo ou abordagens que provoquem medo ou constrangimento também merecem atenção. Caso uma criança relate uma situação desconfortável, a recomendação é ouvi-la com calma e evitar julgamentos. O diálogo aberto aumenta as chances de que ela procure ajuda quando perceber algo estranho.
Cyberbullying
Ofensas, ameaças, humilhações, exposição de imagens e disseminação de boatos no ambiente digital podem causar impactos importantes na vida de crianças e adolescentes. O cyberbullying pode ocorrer em redes sociais, grupos de mensagens, jogos on-line e outras plataformas.
Mudanças repentinas de comportamento, isolamento, tristeza, irritabilidade ou resistência em utilizar determinados aplicativos podem indicar que algo não está bem.
Conteúdos inadequados
A internet permite acesso a uma quantidade enorme de informações, mas nem todo conteúdo é apropriado para todas as idades. Os responsáveis podem utilizar recursos de controle parental disponíveis em sistemas operacionais, aplicativos e plataformas para estabelecer filtros de conteúdo e limites de uso. Mas a tecnologia não substitui o acompanhamento.
Mais do que restringir o acesso, tornar a internet um ambiente mais seguro depende da combinação entre informação, diálogo, acompanhamento e ferramentas de proteção. Ensinar crianças e adolescentes a navegar com responsabilidade contribui para que possam aproveitar os benefícios do mundo digital com mais segurança e autonomia.
Novas ferramentas
Com a publicação do ECA Digital (Lei nº 15.211/2025), em março deste ano, o Brasil entrou em uma nova fase de responsabilização das plataformas, uma outra mão para ajudar os pais na proteção das crianças e adolescentes no meio digital.
A lei se aplica a redes sociais, jogos, aplicativos, plataformas de vídeo, lojas de aplicativos, sistemas operacionais e outros serviços que sejam destinados a esse público ou que possam ser acessados por ele.
Uma das principais mudanças é a ideia de “proteção por design”: a segurança de crianças e adolescentes deve estar incorporada à própria arquitetura do produto ou serviço, desde sua concepção e durante seu funcionamento — e não ser uma providência tomada somente depois que ocorre um problema.
Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628
Fonte: Ministério das Comunicações
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