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VIII Mostra de Arte e Literatura da AIC é aberta na CLDF com posse, homenagens e exposição de artes visuais

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Na noite da última terça-feira (21), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) sediou a abertura da VIII Mostra de Arte e Literatura da Academia Internacional de Cultura (AIC). O evento foi marcado pela posse de Luiz Eduardo de França Marinho como membro da AIC; pela outorga do Troféu Mulher AIC para Marta Barbosa e pela entrega de homenagem à artista Iza Kuiaski.

A presidente da AIC, Shirley Pontes, agradeceu o acolhimento da CLDF em mais uma edição do evento da academia e celebrou o fato de o poder público valorizar as iniciativas culturais. Na mostra literária, os autores Antônio Itamar, Franco Nicoletti, Leopoldina Colares, Mathilde Torres e Eliete Pinho de Araújo apresentaram suas obras mais recentes, entre elas livros de ficção, poesia, autoajuda, autobiografia e arquitetura.

Posse
Em seu discurso de posse como membro da academia, Luiz Eduardo de França Marinho prestou homenagem ao patrono da cadeira 69, Marechal-do-Ar Casimiro Montenegro Filho, militar brasileiro e fundador do Correio Aéreo Nacional (CAN), do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA).

“O Brasil foi transformado por meio da integração nacional proporcionada pelo CAN e passou a se notabilizar na área de ciências exatas, dada a excelência do ITA e aos inúmeros feitos do CTA. O Marechal Montenegro faleceu aos 95 anos de idade, em fevereiro de 2000, deixando um legado que deve ser honrado por todos nós”, afirmou.

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Luiz Eduardo de França Marinho é militar de carreira, fez MBA em Administração Estratégica pela FGV e mestrado em Ciências Aeroespaciais na Universidade da Força Aérea. Ocupou vários cargos administrativos na Aeronáutica, dentre eles o de comandante da Base Aérea de Santos e o de delegado do Brasil na Junta Interamericana de Defesa. Ao longo dos anos, recebeu várias condecorações e medalhas por mérito.

Entrega do Troféu Mulher AIC

O Troféu Mulher AIC foi outorgado à empreendedora e fashionista Marta Barbosa. Brasiliense, graduada em Administração, trabalhou na gestão pública por muitos anos, tendo se aposentado no Senado Federal. Passou a se dedicar à consultoria de imagem, fez formações em escolas relevantes do país e atuou como docente na escola Fashion Campus, onde ministrou disciplinas de Consultoria de Imagem, Moda Plus Size e Moda 50+.

“Abraçar um novo trabalho após a aposentadoria já era uma vontade e a moda uma paixão. A escolha pela consultoria de imagem foi um acerto, a união dos meus dons naturais com muito estudo e dedicação. Ter uma mulher fora dos padrões socialmente impostos, mesmo diante da pouca disposição do mundo, da moda ou dos outros, nunca tirou de mim a consciência do meu valor e alegria de viver e me expressar, seja pessoal ou profissionalmente”, discursou Marta.

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Homenageada da VIII Mostra de Arte e Literatura da AIC

A homenageada da mostra deste ano é a artista e galerista paranaense Iza Kuiaski. Seu aprendizado artístico começou com a iconografia religiosa, que se somou ao desenho, à pintura, à aquarela e à escultura. Atualmente, dedica-se à pintura realista.

Kuiaski abriu sua galeria, a Monalisa, em 2005, na Asa Norte, criando um espaço cultural que se tornou ponto de encontro de artistas e amigos, onde realiza exposições permanentes de suas obras e de artistas convidados. Também promove workshops com o objetivo de criar oportunidades para artistas em desenvolvimento.

A presidente Shirley Pontes deu destaque à trajetória de Iza no mundo das artes: “É uma honra expor junto com a Iza Kuiaski, pela sua trajetória como artista, professora, galerista e pelo que ela estimula em novos artistas.”

A exposição

A VIII Mostra de Artes Visuais da AIC, na Galeria Espelho d’Água da CLDF, conta com 58 obras de 14 artistas diferentes e ficará aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 12h às 17h30, até 14 de agosto.
 

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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Sancionada lei que oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço

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Empresas exportadoras e de setores industriais relevantes para o comércio exterior poderão ter acesso a linhas de financiamento para enfrentar os impactos de instabilidades internacionais, inclusive do aumento de tarifas comerciais.

A medida está prevista na Lei 15.473/26, sancionada pela Presidência da República e publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

A norma integra o Plano Brasil Soberano e é resultado da conversão da Medida Provisória (MP) 1.345/26. A medida dá continuidade às ações adotadas pelo governo brasileiro desde 2025 para enfrentar os impactos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

A lei autoriza a utilização de até R$ 15 bilhões para as linhas de financiamento e permite ampliar esse limite em até R$ 13,5 bilhões. A ampliação considera recursos que já haviam sido transferidos durante a vigência da MP 1.345/26 e que poderão retornar à União, provenientes das fontes usadas para financiar as medidas. Com isso, o limite autorizado poderá chegar a R$ 28,5 bilhões.

Os recursos poderão atender empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores; de produtos da agricultura, da pecuária, das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura; de recursos minerais e seus produtos; além de empresas que atuem em setores industriais relevantes para o comércio exterior.

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Cooperativas
Cooperativas, associações e outras formas associativas ou coletivas legalmente constituídas também poderão ter acesso ao financiamento, desde que atendam aos critérios de elegibilidade que ainda serão definidos em ato conjunto dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

As linhas de crédito poderão ser usadas para:

  • capital de giro;
  • aquisição de máquinas e equipamentos; e
  • investimentos para adaptar, ampliar ou modernizar a atividade produtiva.

Também poderão financiar inovação tecnológica e adaptações de produtos, serviços e processos para atender a exigências do comércio internacional, como requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade.

Fonte dos recursos
O dinheiro para financiar as empresas poderá vir do superávit (excedente) financeiro do Fundo de Garantia à Exportação, apurado em 31 de dezembro de 2025, do superávit financeiro de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda, também apurado nessa data, e de outras fontes orçamentárias.

Os recursos serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a instituições financeiras habilitadas pelo banco, que assumirão os riscos das operações e oferecerão o financiamento às empresas elegíveis.

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A lei também altera regras do sistema de apoio oficial ao crédito à exportação e prevê a cobertura, pelo sistema de seguro de crédito à exportação, de operações de crédito direto a micros, pequenas e médias empresas exportadoras.

Da Redação – RS
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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