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Árvore Sumaúma recebe contribuições para o enfrentamento das mudanças climáticas até 31 de julho

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A Árvore Sumaúma para Ação Climática Baseada em Direitos Humanos está recebendo contribuições até 31 de julho. A iniciativa internacional reúne experiências e soluções para o enfrentamento das mudanças climáticas com base nos princípios dos direitos humanos. As contribuições podem ser enviadas por meio de formulários disponibilizados pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Inspirada na sumaúma, árvore conhecida por diversos povos indígenas amazônicos como a “árvore da vida”, a iniciativa propõe um espaço de compartilhamento de experiências, aprendizado mútuo e cooperação entre governos, organizações da sociedade civil, movimentos sociais, instituições acadêmicas, organismos internacionais, setor privado e demais atores sociais.

A proposta incentiva ações climáticas orientadas por princípios como igualdade, participação, inclusão, não discriminação, transparência e responsabilização, reconhecendo que os impactos das mudanças climáticas atingem de forma mais severa as populações e os grupos em situação de vulnerabilidade.

Podem ser compartilhadas iniciativas já em andamento ou novos compromissos, incluindo projetos comunitários, pesquisas, mudanças institucionais, práticas sustentáveis e experiências que promovam a proteção ambiental, a justiça climática e o fortalecimento dos direitos.

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As abordagens baseadas em direitos humanos têm como objetivo enfrentar desigualdades e alcançar o bem-estar e a dignidade de todos. De modo geral, essa abordagem contribui para ações climáticas mais efetivas e sustentáveis, reduzindo desigualdades por meio de processos participativos e do empoderamento local.

Como contribuir

As propostas podem ser compartilhadas por meio de dois questionários: um destinado a iniciativas em estágio inicial e outro voltado a propostas mais avançadas. As contribuições poderão ser apresentadas durante a COP31, desde que tenham registrado avanços concretos em sua implementação até o dia 31 de outubro de 2026.

Mais informações e acesso aos formulários: https://www.ohchr.org/en/calls-for-input/2026/sumauma-pledging-tree-human-rights-based-climate-action

Leia aqui: Saiba quando e como acionar o Disque 100

Texto: A.L.

Edição: G.O.

Atendimento exclusivo à imprensa:

[email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MDHC

(61) 2027-3538

Acesse o canal do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania no WhatsApp.

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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Operação Ágata apreende cerca de duas toneladas de maconha e haxixe na fronteira do Paraná

Publicados

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Brasília (DF), 23/07/2026 –
A atuação integrada entre Forças Armadas e órgãos de segurança pública resultou na apreensão de aproximadamente duas toneladas de maconha e haxixe em quatro ações realizadas nesta semana em diferentes localidades do estado do Paraná, no âmbito da Operação Ágata Arco Sul-Sudeste 2026.

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Conduzida pelo Comando Conjunto Tamandataí, ativado pelo Ministério da Defesa, a operação é desenvolvida na faixa de fronteira dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As apreensões ocorreram durante ações de repressão a ilícitos transfronteiriços e contaram com a participação do Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom) da Polícia Federal, do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) da Polícia Militar do Paraná e de militares empregados na operação.

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Ao longo da Operação, Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira atuam de forma integrada com órgãos de segurança pública e instituições em atividades de vigilância, fiscalização e repressão de ilícitos transfronteiriços, conforme as atribuições legais de cada órgão participante. 

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A Operação Ágata Arco Sul-Sudeste 2026 integra a Operação Ágata, coordenada pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) no âmbito do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), e reúne periodicamente Forças Armadas e órgãos de segurança e fiscalização em ações voltadas à prevenção e repressão de ilícitos em áreas de fronteira.

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As atividades abrangem áreas terrestres e fluviais da faixa de fronteira da Região Sul, região que demanda ações coordenadas de vigilância, fiscalização e repressão a ilícitos transfronteiriços.

Por Ascom
Fotos e informações: Comando Operacional Conjunto Tamandataí 

Assessoria Especial de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa (MD)
(61) 3312-4070 

Fonte: Ministério da Defesa

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