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VG Santo Peixe movimenta mais de R$ 600 mil e vende cerca de 20 toneladas na Semana Santa

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A feira VG Santo Peixe comercializou cerca de 20 toneladas de pescado e movimentou mais de R$ 600 mil durante a Semana Santa, segundo estimativa da organização do evento.

A maior procura foi registrada na quinta e sexta-feira. De acordo com vendedores, o movimento começou mais lento na quarta-feira, mas cresceu nos dias seguintes. “A quarta foi mais fraca, mas quinta e sexta foram muito boas. A sexta, inclusive, vendi mais que os outros dois dias juntos”, afirmou Eva Gonçalina Ribeiro, da Sereia Peixes.

Entre os produtos mais vendidos os peixes redondos como pacu, tambacu e tambatinga, com preços a partir de R$ 24 o quilo. Já o pintado, uma das espécies mais procuradas, foi comercializado a partir de R$ 41 o quilo e chegou a esgotar em algumas bancas.

O produtor Francisco Neto, da Agroindústria Rei Fish, disse que vendeu cerca de 6,6 mil quilos de peixes redondos e aproximadamente 1 mil quilos de pintado. “O pintado vendeu tudo o que eu tinha, acabou cedo”, afirmou.

A comerciante Eva Gonçalina também registrou alta nas vendas. Segundo ela, foram comercializados cerca de 8,8 mil quilos de peixes redondos e 2 mil quilos de pintado. “Foram muito boas as vendas. Sempre na Semana Santa vendemos muito, graças a Deus”, disse.

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Os consumidores puderam escolher diferentes tipos de corte, como filé, postas ou peixe sem espinhas, em seis pontos da cidade.

Para o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, o evento contribui para a geração de renda. “O VG Santo Peixe fortalece a economia local e garante renda aos produtores, além de oferecer produto de qualidade à população”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Escola Paulo Freire promove apresentações culturais inspiradas nas raízes nordestinas

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Os alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Paulo Freire participaram, na manhã desta sexta-feira (21), de uma programação especial com apresentações de danças e manifestações culturais nordestinas. A atividade extraclasse movimentou a unidade escolar com apresentações de grupos formados por estudantes que participam do Programa Escola de Tempo Ampliado.

O corpo de jurados, composto pelos profissionais João Marcos de Campos Barros, Andreia da Silva e Lucimeire de Campos Silva, da Superintendência Pedagógica, ficou responsável por avaliar os trabalhos dos grupos. Entre os critérios observados estão ritmo, organização, criatividade, expressão corporal, figurino, trabalho em equipe, originalidade e desenvoltura.

A professora da oficina de danças, Juliana Proença, explicou que os alunos foram desafiados a criar os grupos, realizar pesquisas sobre os ritmos e manifestações culturais do Nordeste e, a partir desse trabalho, desenvolver as coreografias e os figurinos para as apresentações.

“Todo o trabalho foi feito por eles. Eu apenas acompanhei e orientei em alguns pontos, e acho que o resultado foi mais do que o esperado. Todos se saíram muito bem”, elogiou.

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A diretora da unidade, Cristiane Costa de Jesus de Souza, destacou a importância do projeto pedagógico “Sabores, Ritmos e Saberes do Brasil” para a formação dos estudantes.

“Hoje, nossos alunos estão vivenciando um momento de muita alegria, criatividade e talento com a participação no concurso de dança. Eles deram um verdadeiro show, demonstrando muito gingado e entusiasmo em cada apresentação. Os jurados vão ter trabalho na avaliação dos grupos”, destacou.

Cristiane ressaltou ainda que a iniciativa valoriza a arte, a cultura e a expressão corporal, além de promover a integração entre os alunos e fortalecer o trabalho em equipe.

“Foi um momento especial, marcado por muita energia, talento e, principalmente, pela participação e protagonismo dos nossos estudantes”, afirmou.

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL

Os alunos dos 6º e 7º anos também participaram do evento com uma apresentação especial inspirada na “Trilha do Curupira”, que representa um manifesto de resistência, mistério e proteção da Floresta Amazônica.

Antes da apresentação, uma das alunas explicou o significado da pintura corporal indígena, uma forma de linguagem visual que expressa a identidade cultural, o papel social, a espiritualidade e a conexão com a natureza de cada etnia. Segundo a estudante, a pintura funciona como uma “segunda pele” e pode mudar de acordo com o momento vivido.

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PREMIAÇÃO

Durante o evento, os alunos Bruno de Souza, do 9º ano, e Evelyn Queiroz foram homenageados pela direção da Escola Paulo Freire. Os estudantes foram classificados para a etapa estadual do concurso de redação promovido pelo Ministério Público do Trabalho. Bruno foi classificado na categoria conto, enquanto Evelyn avançou na categoria poema.

“Com muito talento, dedicação e comprometimento, nossos alunos se destacaram e irão representar nossa escola na etapa estadual. Estamos imensamente orgulhosos com a participação deles nesse concurso e estamos todos na torcida”, comemorou a diretora Cristiane de Souza.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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