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Polícia Militar prende mulher suspeita de atear fogo contra o marido após discussão

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Policiais militares do 12º Batalhão prenderam, na noite deste domingo (1.3) uma mulher, de 29 anos, suspeita por atear fogo contra o marido, da mesma idade, após uma discussão, no município de Sorriso (396 km de Cuiabá). A vítima apresentava lesões e foi socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros até uma unidade de saúde.

Os policiais militares foram acionados para atendimento de uma ocorrência envolvendo lesão corporal, em uma residência localizada no bairro Vila Bela. No local, as equipes identificaram a vítima sentada em uma cadeira na área externa e recebendo auxílio de terceiros.

O homem apresentava queimaduras na região das costas, tórax, parte do couro cabeludo e rosto. Os militares identificaram a suspeita, que estava bastante abalada e apresentava um corte na região do supercílio.

Ao ser questionada sobre a situação, a mulher relatou que houve um desentendimento com o marido enquanto estavam na cozinha, no momento em que foi ameaçada de morte e agredida com um soco no rosto.

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Na ocasião, ela pegou um frasco de álcool, lançou sobre o marido e ateou fogo em seguida. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e socorreu o homem até o Hospital Regional de Sorriso.

A suspeita foi levada até a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) para atendimento médico e posteriormente conduzida à delegacia para registro da ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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