CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Sema firma parceria com Instituto PCI para ampliar captação de recursos ao Programa Todos Pelo Araguaia

Publicado em

MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso formalizou, nesta quinta-feira (26.2), um acordo para fortalecer a agenda ambiental no Estado. Por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT), foi assinada cooperação técnica com o Instituto Produzir, Conservar e Incluir (PCI) com o objetivo de ampliar a captação de recursos junto a fontes públicas e privadas, nacionais e internacionais.

A parceria visa viabilizar o financiamento de ações, projetos e iniciativas vinculadas ao Programa Todos Pelo Araguaia, iniciativa estratégica voltada à recuperação ambiental, ao desenvolvimento sustentável e à promoção da conservação na região do Araguaia.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, destaca que assinatura do acordo de cooperação é uma ação importante para o programa e permitirá escalar a aplicação de recursos para execução do Todos pelo Araguaia nos 12 municípios de abrangência.

“Temos a confiança de que a união de esforços, a incorporação e a conexão entre instituições comprometidas com a regularização ambiental promoverá cada vez mais a implementação do programa. Quando nós levamos uma solução que não apenas permite cumprir as normas, mas amplia a produção, incorpora outras fontes de renda, isso se torna mais atrativo para o produtor e também traz mais benefícios econômicos ao estado e é isso que o programa tende a construir juntamente com todos os atores. O nosso maior objetivo é a produção sustentável, a geração de renda e a inclusão social nesta matriz”.

Leia Também:  Governo do Estado e BID realizam capacitação para promoção do comércio exterior e atração de investimentos para MT

A gestora explica que o instituto PCI passa agora a incorporar as instituições que vão fazer a execução financeira das ações de implantação do programa e o apoio do Ministério Público estadual, que integra como financiador das ações do programa, permitirá ampliar a escala de execução na região do Araguaia.


“A celebração deste acordo hoje é de fundamental importância para a implementação do Todos pelo Araguaia, nesta parceria entre a secretaria de Estado de Meio Ambiente, Ministério Público e o Instituto PCI. Recebendo estes recursos via acordo do Ministério Público estadual e fazendo a implementação junto a parceiros daqui da região com uso responsável, com transparência, governança e bom uso dos recursos que foram captados para o Programa”, ressaltou o Diretor Executivo do Instituto PCI, Richard Smith.

Durante o evento foram entregues selos, o de financiador do Programa para o Ministério Público Estadual e de apoiador para Instituto PCI.


O promotor de Justiça Elton Oliveira Amaral destacou que é uma honra para o Ministério Público participar como uma instituição indutora de políticas públicas em prol do interesse público.

Leia Também:  Com maior malha rodoviária do país, Governo de MT investe em manutenção para melhorar logística

“O Ministério Público, muito mais do que fiscalizar a execução destes projetos, também irá participar com a destinação de verbas oriundas de transações penais, acordos em inquéritos civis e principalmente na realização de Compromisso de Ajustamento de Condutas com aqueles indivíduos que degradam o meio ambiente e que agora terão a oportunidade de contribuir para a reversão destas multas em prol do reflorestamento e da readequação ambiental do vale do Araguaia”.

Histórico

Implementado em agosto do ano passado, os primeiros lotes do Programa “Todos pelo Araguaia” visaram recuperar aproximadamente 700 hectares no Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Araguaia. A ação é executada em 12 municípios mato-grossenses: Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Taquari, Araguainha, Barra do Garças, General Carneiro, Guiratinga, Pontal do Araguaia, Ponte Branca, Ribeirãozinho, Tesouro, Torixoréu.

Entre as iniciativas implementadas pelo programa estão projetos de reflorestamento das margens dos rios, implementação de técnicas de manejo sustentável do solo e da água, campanhas educativas voltadas à sensibilização da população sobre a importância da conservação ambiental e o fomento de práticas agrícolas sustentáveis que harmonizem a produção econômica com a preservação dos ecossistemas.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MP MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

Publicados

em

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

Leia Também:  Governo do Estado e BID realizam capacitação para promoção do comércio exterior e atração de investimentos para MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA