CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Polícia Civil prende jovem por tráfico de drogas em Campos de Júlio

Publicado em

MATO GROSSO

A Polícia Civil prendeu um jovem, de 21 anos, suspeito de tráfico de drogas, em Campos de Júlio. A ação policial foi desencadeada nesta terça-feira (27.1), após investigações sobre comércio de drogas nas proximidades de um bar, na região central da cidade.

Conforme denúncia, um jovem, com diversas tatuagens pelo corpo, ligado a um grupo criminoso, estaria vendendo substâncias entorpecentes em um local conhecido por concentrar bares, casas de prostituição e por ser região de constante fluxo de usuários e traficantes.


Diante das informações, uma equipe da Delegacia de Polícia Civil de Campos de Júlio iniciou diligências com o objetivo de averiguar a denúncia e identificar o suspeito, que foi preso em frente a sua residência, com nove porções de substância análoga à maconha, acondicionadas em sacos plásticos (zip lock), bem como dois pinos de substância análoga à cocaína também armazenados no mesmo tipo de material.

De acordo com os policiais, a quantidade fracionada e a forma de acondicionamento são compatíveis o tráfico de drogas.

Leia Também:  Festival Educarte reúne talentos estudantis em música, dança, teatro, artes visuais e fanfarras em Cuiabá

Após a prisão, o jovem foi conduzido até a delegacia para os devidos procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Operação da Polícia Civil mira grupo que manipulava imagens de adolescentes e vendia como conteúdos pornográficos

Publicados

em

A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (27.5), a Operação Máxima Proteção, para cumprir três ordens judiciais em Juína, Sinop e Cacoal (RO), visando desarticular um grupo investigado pela produção, armazenamento e comercialização de conteúdos pornográficos ilícitos envolvendo manipulação digital de imagens de adolescentes.

A investigação conduzida pela Delegacia de Juína começou após a identificação de quatro adolescentes, alunos de uma escola particular do município, suspeitos de envolvimento no caso. Com o avanço das apurações, a Polícia Civil também identificou a participação de maiores de idade, o que levou à abertura de um inquérito para aprofundar as investigações.

Até o momento, aproximadamente 30 vítimas foram identificadas em Juína, a maioria adolescentes, estudantes de duas escolas particulares do município e também do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

Segundo a investigação, os suspeitos usavam uma ferramenta de inteligência artificial para alterar e criar conteúdos falsos com aparência realista, dificultando a identificação da fraude.

Durante as diligências, os elementos técnicos demonstraram que os investigados produziam montagens pornográficas ilícitas utilizando imagens das vítimas, armazenavam os arquivos em dispositivos eletrônicos e serviços de nuvem, além de compartilharem os conteúdos com terceiros. A investigação apontou que as práticas ocorriam de forma reiterada e organizada, com divisão implícita de funções entre os envolvidos.

Leia Também:  Sema encaminha filhote de macaco-prego resgatado em Alta Floresta para atendimento em clínica veterinária

As apurações indicam ainda que dois adolescentes, ambos de 15 anos, passaram a explorar economicamente os conteúdos produzidos, cobrando valores que variavam de R$ 30 por fotografia a até R$ 120 por vídeo.

Os extratos bancários analisados revelaram movimentações financeiras compatíveis com atividade ilícita, demonstrando recebimentos frequentes, diversidade de remetentes e compatibilidade com os valores negociados nas conversas obtidas durante a investigação.

A análise dos dados identificou compradores distribuídos em diversos estados da federação, incluindo Minas Gerais, Pará, Rondônia, Tocantins e Bahia, evidenciando o caráter interestadual da prática criminosa e aumentando a complexidade investigativa.

Também foi constatado que os suspeitos utilizavam perfis falsos em redes sociais, com identidades femininas fictícias, utilizados para divulgação dos conteúdos ilícitos, contato com compradores e simulação de legitimidade. O Facebook era a principal plataforma utilizada pelo grupo.

As investigações apontam que os envolvidos atuavam de forma minimamente organizada, com produção sistemática de conteúdo pornográfico ilícito, compartilhamento de ferramentas tecnológicas, divisão de tarefas e planejamento financeiro.

No estado de Rondônia, a operação teve como alvo um homem de 20 anos, investigado por participação nos fatos apurados. O mandado de busca e apreensão contra ele foi cumprido pela equipe de Juína, com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cacoal (RO), após levantamento do Núcleo de Inteligência (NI) do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Cacoal.

Leia Também:  Polícia Militar prende homem por tentativa de homicídio em Jaciara

Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes previstos no Art. 241-C da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), além de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das investigações.

“A Operação Máxima Proteção reforça o compromisso da Polícia Civil com a proteção integral de crianças e adolescentes e destaca a importância da conscientização sobre os riscos e consequências do uso criminoso de ferramentas de manipulação digital”, afirmou o delegado Jean Andrade Araújo.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA