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Polícias Militar e Civil prendem três pessoas com drogas e arma de fogo em Nova Bandeirantes

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Equipes da Polícia Militar e da Polícia Judiciária Civil prenderam duas mulheres e um homem por tráfico de drogas e porte ilegal de arma, na noite desta terça-feira (9.12), no município de Nova Bandeirantes. Na ação, foram apreendidos dois tabletes de maconha, 70 comprimidos de droga sintética e um revólver.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM recebeu denúncia anônima sobre uma residência com grande movimentação de usuários de drogas, no bairro Setor União. Ainda segundo as denúncias, a proprietária do local seria uma mulher que já possuía passagens policiais pelo crime de tráfico de drogas.

Diante das informações recebidas, a Polícia Militar solicitou apoio da Polícia Judiciária e iniciou diligências na região da residência da suspeita. Após monitoramento, as forças policiais flagraram a mulher e um homem deixando uma casa em uma motocicleta Honda Bros vermelha.

Os suspeitos foram abordados, sendo encontrados com eles uma porção grande de maconha e um revólver de calibre .38 carregado com seis munições, que estava com a suspeita. A dupla foi questionada se possuía mais drogas guardadas e os suspeitos indicaram a residência de onde haviam saído com a moto.

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Os policiais militares e civis foram para a casa e localizaram mais uma mulher que, ao ser questionada, confessou saber da existência de entorpecentes escondidos na residência.

Em seguida, os policiais fizeram buscas na casa e encontraram dois tabletes e porções de maconha, 70 comprimidos de droga sintética, balanças de precisão e outros materiais utilizados para o tráfico de drogas, além de R$ 270,00 em dinheiro.

Os três suspeitos receberam voz de prisão em flagrante e foram conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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