POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova inclusão de atividade física adaptada entre os direitos da pessoa com autismo
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2884/25, que garante o acesso regular, contínuo e adaptado das pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) a atividades físicas e esportivas.
As atividades deverão ser planejadas e supervisionadas por profissionais de educação física, observando-se os níveis de suporte da pessoa com TEA, os protocolos clínicos e as diretrizes técnicas, podendo ser realizadas nos âmbitos da saúde, da educação, da assistência social e do esporte.
A proposta, do deputado Marangoni (União-SP), altera a Lei Berenice Piana. A relatora, deputada Renata Abreu (Pode-SP), recomendou a aprovação do texto.
“O propósito é promover a saúde, o bem-estar, o desenvolvimento funcional e a inclusão social, reconhecendo o papel da atividade física no fortalecimento da autonomia e na melhoria da qualidade de vida”, afirmou Renata Abreu.
O transtorno do espectro autista é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a interação social, a comunicação e o comportamento. É chamado de espectro porque se manifesta em diversos níveis.
Próximos passos
O projeto, já aprovado também pela Comissão de Saúde, será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.
Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcia Becker
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Piso salarial de farmacêutico será tema de debate na próxima terça
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados realiza audiência pública na próxima terça-feira (5) sobre o piso salarial do farmacêutico de R$ 6.500, previsto no Projeto de Lei 1559/21.
O debate será realizado às 14 horas, em plenário a ser definido.
A reunião foi sugerida pelo relator do projeto na comissão, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), e pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).
Impactos
O objetivo é analisar os impactos econômicos e sociais do piso de R$ 6.500 e da proposta de reajuste anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Hildo Rocha afirma que o assunto exige avaliação aprofundada quanto aos possíveis reflexos sobre preços, tributação e geração de empregos.
Já Laura Carneiro quer debater as consequências sobre a arrecadação tributária, a manutenção de empregos e o acesso da população aos serviços farmacêuticos.
Da Redação – ND
Fonte: Câmara dos Deputados
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