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POLITÍCA NACIONAL

Comissão do Esporte debate valorização e condições de trabalho dos treinadores de futebol

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados realiza, na terça-feira (28), audiência pública para discutir a valorização e as condições de trabalho dos treinadores de futebol no Brasil. A reunião será realizada no plenário 4, às 10 horas.

O debate atende a pedido dos deputados Luisa Canziani (PSD-PR) e Orlando Silva (PCdoB-SP). Eles ressaltam que os treinadores desempenham papel essencial na formação técnica dos atletas e na qualidade do espetáculo esportivo, mas enfrentam um cenário de desequilíbrio e insegurança nas relações de trabalho.

Os parlamentares destacam que a maioria dos técnicos atua em clubes de base e divisões de acesso, enfrentando vínculos precários, baixos salários e ausência de garantias trabalhistas.

“Muitos trabalham sem carteira assinada, sem acesso à Previdência e com medo constante de demissão repentina”, diz Luisa Canziani.

Os parlamentares também frisam que, apesar de contribuírem diretamente para o espetáculo, os técnicos não participam das receitas de transmissão e têm suas imagens exploradas comercialmente sem retorno financeiro.

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“Negar que o treinador é parte central do jogo é injusto, cruel e economicamente desonesto. A valorização dessa categoria é, antes de tudo, uma questão de respeito, coerência e humanidade”, afirma Orlando Silva.

Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova avaliação periódica da saúde mental de agentes de segurança pública

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3744/24, que determina a avaliação periódica da saúde mental dos profissionais de segurança pública.

A proposta aprovada altera a Lei 13.675/18, que criou o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e já prevê avaliações periódicas de saúde para policiais e outros agentes. O texto aprovado complementa as regras ao prever que:

  • a primeira avaliação de saúde mental será feita no início do curso de formação na carreira; e
  • após a avaliação inicial, deverão ser feitas avaliações periódicas, com intervalo máximo de dois anos.

O relator, deputado Dr Flávio (PL-RJ), recomendou a aprovação. “Esta proposta traz acréscimos necessários e pertinentes que objetivam o trato da saúde mental de profissionais expostos a riscos diários”, afirmou ele no parecer aprovado.

Segundo Dr. Flávio, os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024 revelaram “aumento alarmante nas ocorrências de suicídio”, especialmente em São Paulo (80%) e Rio de Janeiro (117%), conforme as polícias Civil e Militar.

Para o autor da proposta, deputado Pedro Aihara (PP-MG), “as avaliações a cada dois anos permitirão o monitoramento constante da saúde mental, prevenindo casos de transtornos como ansiedade, depressão e estresse pós-traumático”.

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Outras medidas
Caso seja constatado, em quaisquer avaliações, que o profissional apresenta algum transtorno mental, ele deverá ser imediatamente encaminhado para acompanhamento psicológico. Se for o caso, também para o serviço médico.

Os órgãos de segurança pública deverão manter estrutura apropriada e equipes de saúde, responsáveis ainda por eventual busca ativa, com discrição e respeito à intimidade. O acompanhamento psicológico durará o tempo necessário.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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