CUIABÁ
Search
Close this search box.

ESPORTES

Werdum provoca e sugere luta entre Popó e treinador de Wanderlei Silva após confusão no Spaten Fight Night

Publicado em

ESPORTES

A rivalidade entre as equipes de Acelino “Popó” Freitas e Wanderlei Silva ganhou um novo capítulo. Após a briga generalizada que tomou conta do Spaten Fight Night, no último sábado (27), em São Paulo, Fabrício Werdum voltou a se manifestar e propôs uma solução polêmica para o impasse.

O ex-campeão peso-pesado do UFC, que também esteve envolvido na confusão, sugeriu durante uma live no Instagram que Popó enfrente André Dida, treinador e amigo de Wanderlei Silva. A provocação de Werdum ocorre após o episódio em que Popó, mesmo após vencer sua luta de boxe por desclassificação, foi agredido por Dida, chegando a perder o protetor bucal em meio à confusão.

“Eu contra o Popó é impossível, ele nunca aceitaria em outra regra. Mesmo no boxe, eu poderia machucá-lo seriamente. O mais justo seria ele enfrentar o Dida. Nos conhecemos há mais de 20 anos, ele é nosso professor, apelidado de ‘carrasquinho’. Ele é excelente no boxe e no muay thai. Seria o duelo mais equilibrado”, afirmou Werdum.

Werdum aposta em nocaute rápido

Caso o confronto seja oficializado, Werdum já tem seu palpite. Para ele, apesar da consagrada carreira de Popó no boxe, André Dida teria totais condições de surpreender.

“O Dida aceitaria de olhos fechados. Tenho certeza que ele nocautearia o Popó ainda no primeiro round. Coloco todas as fichas nisso. Mesmo no boxe, que é a especialidade do Popó, não teria graça”, disse o gaúcho, confiante.

A sugestão de Werdum adiciona ainda mais tensão à rivalidade, que ultrapassou os ringues e se tornou destaque internacional após a confusão no evento.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Cruzeiro perde para Democrata-GV na última rodada do Mineiro e chega à semifinal com alerta
Propaganda

ESPORTES

Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

Publicados

em

Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Leia Também:  Fluminense vence o Sampaio Corrêa no retorno ao Maracanã

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

Leia Também:  Grêmio goleia no Gauchão e dorme na liderança da competição

Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA