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AGRONEGÓCIO

Mapa apura mortes de animais e suspende vacinas e ração

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) abriu investigações sobre duas ocorrências distintas que afetam o setor pecuário. No Piauí, mais de uma centena de bovinos, caprinos e ovinos morreram após aplicação de vacina contra clostridiose. Já em quatro estados, 245 cavalos tiveram óbito relacionado a consumo de rações contaminadas.

No caso do Piauí, a suspeita recai sobre um lote específico do imunizante utilizado na região, distribuído a pequenos e médios produtores. Amostras foram recolhidas e enviadas para análise laboratorial, com foco em possíveis falhas no processo de fabricação ou armazenagem.

Técnicos também investigam se houve erros na aplicação ou na conservação da vacina. Enquanto isso, orientações foram repassadas para que produtores interrompam o uso do produto até a conclusão dos laudos.

A segunda ocorrência envolve equinos em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais. De acordo com informações preliminares, as mortes estariam ligadas à presença de monensina sódica, substância proibida para cavalos, em lotes de ração fabricados por empresas fornecedoras.

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A substância, comumente utilizada como aditivo para bovinos, pode provocar intoxicação aguda em equinos. O Mapa determinou a interdição dos lotes identificados e a suspensão temporária da comercialização. A investigação busca rastrear toda a cadeia de distribuição, desde a produção até o consumo final.

Nos dois casos, o ministério trabalha em parceria com órgãos estaduais de defesa sanitária e institutos de pesquisa, com o objetivo de confirmar as causas e adotar medidas de prevenção. As ações incluem monitoramento em campo, análise toxicológica e acompanhamento de novos registros de mortalidade animal.

Embora tratem de situações distintas, os episódios reforçam a necessidade de atenção à qualidade dos insumos utilizados na pecuária, tanto em vacinas como em rações. A expectativa é de que, concluídas as análises laboratoriais, o Mapa apresente relatórios técnicos com recomendações e possíveis sanções administrativas ou criminais, caso sejam comprovadas falhas de fabricação ou negligência.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

IBGE revisa safra e reforça posição entre os maiores produtores do país

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou em 261,1 mil toneladas a estimativa para a produção agrícola do Paraná em 2026, colocando o estado entre os três maiores ajustes positivos do país no mês de maio. Com a revisão, o Paraná mantém a posição de segundo maior produtor brasileiro de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondendo por 13,6% da safra nacional.

A nova projeção acompanha o cenário favorável da agricultura brasileira. Segundo o IBGE, o país deverá colher 350,4 milhões de toneladas de grãos em 2026, um dos maiores volumes da série histórica. Apenas Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tiveram acréscimos superiores ao registrado pelo Paraná na comparação com o levantamento anterior.

A soja segue como principal cultura do estado, com produção estimada em 22 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao obtido em 2025. Já o milho de segunda safra, principal aposta dos produtores nesta temporada, teve a projeção elevada para 17,5 milhões de toneladas e representa cerca de 16% da produção nacional da safrinha.

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Nas culturas de inverno, o Paraná continua liderando com folga a produção brasileira de cevada. A colheita está estimada em 552,6 mil toneladas, o equivalente a mais de 80% da produção nacional. A aveia também apresentou revisão positiva e deverá alcançar 256,5 mil toneladas, mantendo o estado entre os principais produtores do país.

Os números reforçam o protagonismo do agronegócio paranaense, sustentado pela diversificação das culturas e pelo elevado nível tecnológico das propriedades. Ao lado do Rio Grande do Sul, o Paraná é um dos pilares da produção agrícola da Região Sul, que responde por mais de um quarto da safra brasileira de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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