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POLITÍCA NACIONAL

Relator da CPMI do INSS afirma que vai cumprir seu papel com imparcialidade

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O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que vai investigar os desvios das pensões e salários dos aposentados do INSS, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), afirmou que vai cumprir seu papel com imparcialidade e sem atender às paixões políticas.

Segundo ele, as comissões parlamentares de inquérito se tornaram um elemento importante para as minorias promoverem investigações importantes para o País.
“As CPIs fizeram um trabalho bem feito, não só para apurar fatos e descobrir culpados, mas, sobretudo, com o aprendizado desses fatos, reformar a legislação”, afirmou o parlamentar em entrevista à TV Câmara.

Eleições e polarização
Ayres destacou que as eleições do ano que vem jogam mais pressão no colegiado, sobretudo, no momento de forte polarização política no País. Ele afirmou que as investigações envolvem os três últimos governo (Temer, Bolsonaro e Lula), que todos serão investigados e que o conteúdo que sairá das investigações será duro e responsável.

“Precisamos de um sistema transparente e rigoroso para evitar que essas fraudes aconteçam”, disse o deputado.

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Instalação da comissão
A instalação da CPMI está marcada para amanhã (20), às 11 horas, no plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.

Segundo Ricardo Ayres, a expectativa é que o plano de trabalho e as primeiras convocações sejam votadas e aprovadas já na próxima semana.

A comissão vai investigar os descontos indevidos em benefícios do INSS praticados por associações de representação de aposentados, a partir de 2019, segundo investigações da Polícia Federal. A fraude pode ter chegado a R$ 6,4 bilhões ao longo de seis anos.

O colegiado será presidido pelo senador Omar Aziz (PSD-AM).

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova regras que definem local de ações envolvendo crianças e adolescentes

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 139/26, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para definir qual juízo deve julgar casos de interesse de pessoas com menos de 18 anos quando os pais moram em cidades diferentes.

Pelo texto, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a competência será definida pelo domicílio do detentor da guarda unilateral. Nos casos de guarda compartilhada, valerá o local da residência principal da criança ou adolescente. Se não houver uma residência principal, o processo poderá tramitar em qualquer um dos locais onde o jovem resida com os pais ou o responsável.

Atualmente, o ECA prevê como foro competente o domicílio dos pais ou do representante legal ou, na falta destes, o lugar onde se encontra a criança. No entanto, Laura Carneiro disse que a regra é insuficiente para lidar com realidades em que os pais vivem em cidades distintas.

A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação da proposta. “A solução atende ao interesse da criança ou do adolescente e se amolda às modalidades compartilhada e unilateral de guarda de filhos, regulando as possíveis situações em que houver mais de um domicílio ou residência envolvido”, argumentou.

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Se aprovadas, as novas regras valerão para ações relativas a interesses de crianças e adolescentes, mas não se aplicarão a processos relativos a atos infracionais.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, podendo seguir depois diretamente para o Senado, sem precisar passar pelo Plenário da Câmara.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores e, depois, sancionada pela presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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