CUIABÁ
Search
Close this search box.

VÁRZEA GRANDE

Prefeitura promove primeira reunião com líderes comunitários do Grande Cristo Rei

Publicado em

VÁRZEA GRANDE

Encontro reuniu representantes dos bairros e tratou de segurança, limpeza urbana e melhorias na infraestrutura da região

A Subprefeitura do Cristo Rei realizou nesta segunda-feira (18), a 1ª reunião com os líderes comunitários do Grande Cristo Rei, região que concentra 77 bairros e cerca de 110 mil moradores, segundo o IBGE. O encontro foi coordenado por servidores da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Ana Paula Marcillo e José Carlos, e contou com a presença do secretário municipal, Lucas Ribeiro Ductievicz, além de representantes da Polícia Militar, associações de moradores e comunidade em geral.

O objetivo da reunião foi ouvir as demandas dos bairros, alinhar prioridades e reforçar a parceria entre o poder público e o movimento comunitário, em temas que envolvem limpeza urbana, iluminação, trânsito, segurança e modernização da infraestrutura.

O secretário Lucas Ductievicz destacou que a gestão tem buscado modernizar a entrega dos serviços públicos.

“Estamos trabalhando para tornar os serviços mais eficientes, com tecnologia e metas claras. Já notificamos empresas terceirizadas e estamos implantando novas formas de fiscalização para combater o descarte irregular e reduzir os bolsões de lixo. Nosso compromisso é dar mais qualidade de vida aos moradores, com responsabilidade na aplicação do dinheiro público e participação da comunidade”, afirmou.

Leia Também:  Força-tarefa do DAE intensifica operações e já entregou mais de 440 mil litros de água neste fim de semana

O coronel Ruiter, comandante do 25º BPM, reforçou a importância da integração entre órgãos públicos.

“A parceria da Polícia Militar com a Prefeitura é fundamental. Segurança e qualidade de vida se constroem em conjunto, com alinhamento entre instituições e apoio da comunidade. Estamos presentes diariamente, com policiamento preventivo, para garantir que o cidadão possa viver, trabalhar e estudar com tranquilidade”, declarou.

Representando os moradores, o vice-presidente da União das Associações de Moradores do Grande Cristo Rei (UNAMGCREI), Rodrigo Oliveira, ressaltou a retomada da confiança no movimento comunitário.

“Fazia tempo que não tínhamos uma reunião assim. O movimento estava desacreditado. Hoje, com esse diálogo aberto, acreditamos que vamos avançar em melhorias para toda a região, dando voz aos moradores do Cristo Rei”, disse.

Já a coordenadora da Subprefeitura do Cristo Rei, Ana Paula Marcillo, destacou que o encontro marca o início de uma nova fase de aproximação com a comunidade.

“O intuito dessa reunião era conhecer melhor todos os presidentes de bairro e alinhar demandas. A região do Grande Cristo Rei é muito ampla e precisamos da parceria de vocês. É fundamental estreitarmos o relacionamento, ouvirmos as necessidades e trabalharmos juntos para que os serviços cheguem com mais eficiência”, afirmou.

Leia Também:  Ipase e Passagem da Conceição estão entre os pontos atendidos com mutirão de serviços nesta sexta (08)

O presidente do bairro Carrapicho, Junior Carrapicho, também avaliou positivamente o encontro e ressaltou a importância do espaço de diálogo.

“Primeiramente, agradeço a Deus por essa oportunidade. Vejo que é um crescimento, porque nunca tivemos uma reunião fechada com o secretário para desenvolver um trabalho conjunto. Hoje, como representante também da UNAGCREI, vejo que estamos tendo a oportunidade de enxergar uma mudança. Antes, a entidade era usada apenas para politicagem e os presidentes de bairro ficavam esquecidos. Agora, sentimos que temos voz. Quero parabenizar o secretário Lucas, e toda a equipe, pela iniciativa de promover esse momento de muita importância para nós moradores”, destacou.

A proposta é que encontros como este sejam realizados periodicamente, garantindo espaço de diálogo direto entre comunidade e gestão municipal.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Propaganda

VÁRZEA GRANDE

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

Publicados

em

Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

Leia Também:  Previvag abre inscrições para escolha de novos membros do Conselho Previdenciário

A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

Leia Também:  Casa de Sarita promove ação para atendimento às mães atípicas

A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA