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Casa de Sarita promove ação para atendimento às mães atípicas

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A Casa de Sarita promoveu nesta terça-feira (28) – na Escola Municipal de Educação Básica “Gonçalo Domingos de Campos”, localizado no Jardim Alá – uma manhã de proteção e cuidado para as mães atípicas, ou seja, aquelas que desempenham um papel excepcional ao cuidar de filhos com deficiências ou síndromes raras. Elas que enfrentam desafios diários muitas vezes passam despercebidas pela sociedade, merecem cuidados especiais, e também serem homenageadas.

“E este é o nosso propósito, homenagear essas mães que se desdobram para cuidar de seus filhos. Esta ação é um presente da nossa primeira-dama Kika Dorilêo Baracat que quis retribuir o carinho recebido por essas mulheres, trazendo para essa região ações e serviços, com a presença da Casa de Sarita, dando esse acolhimento. É uma manhã de auto cuidado a essas mulheres que também participam dessa gestão”, informou a secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira.

Durante toda a manhã, equipes da Casa de Sarita, disponibilizaram os serviços de maquiagem, esmaltação, designer de sobrancelha, tranças de cabelo, atendimento psicológico, florais de bach e auriculoterapia.

A terapeuta Catharine Villas Boas, realizou uma palestra motivacional, destacando a importância dessas mães que enfrentam desafios diários e que muitas vezes passam despercebidas, para que tenham uma vida com mais conexão e entusiasmo.

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“Toda a mulher é forte quando recebe o dom de gerar um filho, mas as mães atípicas são ainda mais porque a sua vida fica focada em cuidar da sua criança, e que muitas vezes tem várias limitações. Elas desempenham esse amor integralmente e, 24 horas por dia e muitas vezes se esquecem de que ela também precisa de cuidados para continuar vivendo. São jornadas cansativas e desafiadoras, e por isso, a importância se darmos importância também a elas”, destacou.

A terapeuta disse que é muito bom ter esse apoio social dado pela Assistência e Casa de Sarita no acolhimento a essas mães. “É importante incentivarem esse autocuidado, e é nesse momento em que elas conseguem respirar, se desligar e se abastecer para voltar a rotina de trabalho com a família, a casa e com os filhos”, destacou a especialista afirmando que antes de ser mãe uma mãe que ama, há uma mãe que merece ser amada.

A diretora da Escola Municipal de Educação Básica ‘Gonçalo Domingos de Campos’, Selcilene Gonçalves de Oliveira Silva, disse que a unidade escolar atende 862 anos e destes 67 alunos são atípicos e necessitam de atenção e cuidados. “Esse evento nos faz refletir um pouquinho do tão importante o papel dessas mães atípicas e que precisam se desdobrar muito mais no cuidado, na atenção do filho e que muitas vezes são até esquecidas, por terem mais dificuldade de acesso à escola, em função dos filhos com deficiência e pelo tempo que elas se dedicam a eles. E esse é um evento especial, para essas mães tão especiais também”.

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A diretora observou ainda que a unidade escolar ‘Gonçalo Domingos de Campos’ é uma escola piloto, polo da sala de recursos multifuncionais e realiza atendimento a outras seis escolas da região.

A dona de casa Angelita Maria de Morais, mãe atípica, elogiou a condução do evento e disse que é importante receber esse autocuidado, por parte da gestão municipal. “Esse evento nos motiva a cuidarmos de nós mesmas, e de termos tempo para relaxar e conviver com outras mães que vivenciam os mesmos problemas. Nunca tinha participado de uma palestra desse gênero e estou muito feliz em poder dedicar a mim esse tempo. A vida de uma mãe atípica é exaustiva e a gente muitas vezes se esquece de que é mulher e que precisa também de cuidados”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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