VÁRZEA GRANDE
Ações da Gestão Fazendária geram arrecadação histórica em julho de 2025
VÁRZEA GRANDE
Segundo a Secretaria de Gestão Fazendária (Segefaz), Município registrou, em julho, alta de 12% quando comparada ao mesmo período do ano passado
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Coordenadoria de Fiscalização da Secretaria Municipal de Gestão Fazendária (Segefaz), tem reforçado as ações de fiscalização voltadas às empresas optantes pelo regime do Simples Nacional. Como resultado direto desse trabalho, o Município arrecadou, em julho de 2025, R$ 2.610.565,70 (dois milhões, seiscentos e dez mil, quinhentos e sessenta e cinco reais e setenta centavos), sendo que no mesmo mês no ano de 2024 arrecadou R$ 2.339,390, 61 (dois milhões, trezentos e trinta e nove mil, trezentos e noventa reais e sessenta e um centavos), ou seja, na comparação anual há aumento de receita de 12% em comparação ao mesmo mês do ano passado.
O crescimento é reflexo do esforço contínuo da administração municipal em combater irregularidades e promover a conformidade fiscal entre os contribuintes. Segundo a Secretaria de Gestão Fazendária, a intensificação das ações fiscalizatórias, aliada ao uso de ferramentas tecnológicas de cruzamento de dados, tem sido fundamental para identificar inconsistências nas declarações e garantir o recolhimento correto dos tributos, colocando em prática a justiça fiscal.
“O trabalho de fiscalização não tem caráter punitivo, mas educativo, e de justiça fiscal. Queremos garantir que todos cumpram suas obrigações e contribuam de forma justa com o desenvolvimento da cidade. Os recursos provenientes da arrecadação são fundamentais para que a prefeita Flávia Moretti possa custear os serviços essenciais, como saúde, educação e infraestrutura”, pontua o secretário da pasta, Marcos José da Silva.
O subsecretário de Gestão Fazendária, Rafael Odílio Ramos dos Santos, destaca que o Município tem compromisso com a responsabilidade fiscal. “Com os resultados obtidos, Várzea Grande se consolida como referência na gestão eficiente das receitas do Simples Nacional, reforçando o compromisso com a responsabilidade fiscal e a sustentabilidade das contas públicas”, conta.
FISCALIZAÇÃO INTENSA – A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Gestão Fazendária (Segefaz), notificou 1.175 empresas optantes do Simples Nacional. Estas empresas foram notificadas devido às inconsistências encontradas nas declarações de receita bruta referentes aos últimos cinco anos.
De acordo com a Secretaria, as divergências foram identificadas entre os valores informados mensalmente no Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D) – e os dados apurados pelas Notas Fiscais de Serviço Eletrônicas (NFS-e) emitidas pelas próprias empresas.
DÉBITOS EM ABERTO – Além das inconsistências nas declarações, a Prefeitura também notificou 1.721 empresas com débitos ativos junto ao Município. Os valores em aberto envolvem tributos como Taxa de Alvará, Imposto Predial Territorial Urbana (IPTU), Imposto sobre Transição de Bens e Imóveis (ITBI) e Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN).
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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