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Observatório da Mulher lança curso on-line sobre violência política nos meios digitais

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POLITÍCA NACIONAL

O Observatório Nacional da Mulher na Política (ONMP) vai promover neste mês um curso on-line sobre violência política de gênero e raça nos meios digitais, em parceria com o Centro de Formação da Câmara dos Deputados (Cefor) e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio).

A coordenadora do observatório, deputada Iza Arruda (MDB-PE), participará nesta quinta-feira (7) de uma live de lançamento do curso, às 19 horas, junto com representantes das instituições parceiras na organização do curso.

A formação é destinada a mulheres que ocupam espaços de poder e que tenham sido vítimas de violência política nos meios digitais, como parlamentares, prefeitas, governadoras, assessoras, ativistas e jornalistas. Pessoas que se interessam pelo tema e que apoiam essas lideranças femininas no enfrentamento dos ataques também podem participar.

Identificar e monitorar ataques on-line, coletar e preservar as provas de forma sistemática e adequada, montar um caso judicial e acolher e orientar as vítimas para o acesso à Justiça são algumas das ações que as participantes poderão aprender no curso.

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Com vagas limitadas, o curso terá duas aulas síncronas on-line, nos dias 21 e 25 de agosto, às 19 horas. As demais aulas, compostas por vídeos e material de apoio, serão assíncronas e poderão ser assistidas pelos alunos até o dia 5 de outubro de 2025. Para obter o certificado, o aluno precisará responder a uma avaliação ao final do curso.

Como se inscrever
As inscrições podem ser feitas no link https://forms.gle/ZRpk95UdupWda6Ef6. As 100 vagas da primeira turma serão preenchidas de acordo com a ordem das inscrições.

Mais informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico: [email protected]

Da Redação

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova proposta que reconhece certificação de bombeiro mergulhador

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2734/25, do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), que reconhece em todo o país a certificação de bombeiro mergulhador expedida pelos Corpos de Bombeiros Militares. O texto permite o uso dessa formação em atividades civis de mergulho profissional, públicas ou privadas.

A proposta estabelece que a certificação terá validade legal em todo o território nacional. Ela valerá para o exercício de atividades de mergulho profissional, desde que sejam observadas as normas técnicas e de segurança previstas na legislação vigente e pelas entidades civis competentes.

O texto também condiciona o reconhecimento à apresentação do certificado de conclusão do curso, da grade curricular e do registro de conclusão publicado em boletim interno da corporação.

Além disso, o projeto determina que o certificado contenha, no mínimo: identificação do militar e do curso; carga horária; conteúdo programático; data de realização e aprovação; e assinatura da autoridade militar responsável.

Pelo texto, o bombeiro mergulhador militar certificado poderá pedir o registro junto às entidades certificadoras profissionais. Essas entidades deverão aceitar a equivalência da formação, salvo exigência de complementação curricular, conforme normas específicas do setor.

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Formação rigorosa
Sargento Portugal afirmou que a formação nos Corpos de Bombeiros Militares é rigorosa e, muitas vezes, tem exigência superior à de cursos civis equivalentes. Segundo ele, a proposta busca corrigir uma lacuna legal. O deputado diz que o objetivo é permitir que a experiência técnica desses profissionais seja aproveitada também no setor privado.

Para o relator, deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), a proposta impacta positivamente o moral da tropa, reforça a atratividade da carreira militar e contribui para a estabilidade institucional das corporações ao assegurar uma “porta de saída” estruturada e previsível. “A padronização mínima de formação e a valorização das competências adquiridas no serviço militar dialogam diretamente com os objetivos da Política Nacional de Defesa e da Estratégia Nacional de Defesa”, disse.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Ana Chalub

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Fonte: Câmara dos Deputados

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