POLITÍCA NACIONAL
Debatedores avaliam efeito do calor excessivo no rendimento escolar
POLITÍCA NACIONAL
Embora não existam estudos específicos para o Brasil, estima-se que é alta a influência do calor excessivo no mau rendimento dos alunos e na evasão escolar. Especialmente no caso das escolas públicas, há um grande número de construções inadequadas para a emperatura do país e que não contam com climatização.
Em audiência pública da Comissão de Educação, Danilo Moura, especialista em clima e meio ambiente do Unicef, disse que o ar-condicionado é uma realidade distante numa rede pública que sofre de carências de serviços básicos.
“Na maior parte das escolas públicas brasileiras não tem ar-condicionado. A gente até hoje não conseguiu sequer garantir o direito, para todas as escolas, de acesso à água”, comparou.
Aumento do gasto de energia
Carlos Alexandre Príncipe, representante da Secretaria de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, disse que o crescimento do uso de ar-condicionado em um país quente é um círculo vicioso. “Podemos estimar que, em 2050, nós teremos mais de 150 milhões de condicionadores de ar. Isso naturalmente faz com que o consumo energético suba e acabe afetando diretamente a mudança do clima”, afirmou.
Construção verde
A deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), presidente da subcomissão que discute a climatização das escolas, sugere a adoção de técnicas de construção verde e em arquiteturas mais adequadas ao calor brasileiro.
“Nos processos de licitação, por exemplo, para construção e reforma de escolas, nunca se pensa nos aspectos sustentáveis. Geralmente, é aquele modelo mais barato possível, mas isso tem um impacto gigantesco no clima e, portanto, no processo de ensino aprendizagem.”
Reportagem – Dourivan Lima
Edição – Natalia Doederlein
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Motta: projeto sobre minerais críticos será votado na primeira semana de maio
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o relatório do projeto que trata dos minerais críticos (Projeto de Lei 2780/24), as chamadas terras raras, será apresentado no dia 4 de maio e votado em seguida no Plenário.
Segundo ele, o texto do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) vai contribuir para garantir investimentos em educação e mão de obra qualificada no país. Motta concedeu uma entrevista nesta quinta-feira (23) antes de participar de evento na Câmara.
“Representará um grande avanço na legislação para podermos nos beneficiar ao máximo dessa reserva de minerais críticos. Devemos aproveitar essa janela não só para exploração, mas para exportação desses produtos com alto valor agregado, o que vai deixar riqueza para investirmos em educação e mão de obra de qualidade”, disse Motta.
Havia previsão de votar a proposta nesta semana, mas a pedido do governo a votação foi adiada.
“Queremos que as indústrias possam se instalar aqui sem haver compromisso prévio com nenhum país ou preconceito, mas fazendo o que é melhor para o Brasil”, completou Motta.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Geórgia Moraes
Fonte: Câmara dos Deputados
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