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POLITÍCA NACIONAL

Congresso é iluminado de vermelho pelo Dia Mundial do Doador de Sangue

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O Congresso Nacional recebe iluminação especial na cor vermelha nesta quarta-feira (11) pelo Dia Mundial do Doador de Sangue (14 de junho). A ação integra a campanha Junho Vermelho, criada pelo Ministério da Saúde em 2015 com o objetivo de homenagear os doadores de sangue e conscientizar a população sobre a importância desse gesto solidário e essencial para salvar vidas.

A iluminação atende solicitação do deputado Lula da Fonte (PP-PE).

O Dia Mundial do Doador de Sangue foi escolhido em homenagem ao nascimento de Karl Landsteiner, imunologista austríaco que descobriu o fator Rh e as várias diferenças entre os tipos sanguíneos. A data foi instituída em 2005 pela Assembleia Mundial da Saúde.

Quem pode doar
De acordo com o Ministério da Saúde, pessoas com idade entre 16 e 69 anos podem doar sangue no Brasil. O órgão esclarece que os doadores devem estar com boa condição de saúde e pesar, no mínimo, 50 kg.

Além disso, o doador precisa estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação e não estar em jejum. No dia da doação, deve apresentar documento de identidade com foto.

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Homens podem doar até quatro vezes ao ano com intervalos mínimos de dois meses; enquanto as mulheres podem fazer três doações anuais, com intervalos de três meses entre cada uma.

A quantidade de sangue retirada não afeta a saúde do doador, uma vez que a recuperação é imediata. Uma pessoa adulta tem, em média, 5 litros de sangue e são coletados, no máximo, 450 ml em uma doação.

O site do Ministério da Saúde disponibiliza a lista de hemocentros, dividida por regiões e estados, onde os voluntários podem fazer a doação.

Da Redação – AC
Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova Política de Adaptação Climática e Desenvolvimento Sustentável do Semiárido

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A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política de Adaptação Climática e Desenvolvimento Sustentável do Semiárido.

O texto aprovado é a versão do relator, deputado Fernando Mineiro (PT-RN), para o Projeto de Lei 2525/23, da deputada Iza Arruda (MDB-PE). O relator ajustou o original, que criava a Política de Convivência com a Seca Nordestina.

“Verificou-se a conveniência de aperfeiçoar a proposta para alinhar terminologia e abrangência territorial; organizar objetivos, diretrizes e instrumentos; e remeter minúcias a uma regulamentação posterior”, disse Fernando Mineiro no parecer.

Principais pontos
Pelo substitutivo aprovado, a política deverá ter instrumentos como:

  • monitoramento hidrometeorológico;
  • sistema de alerta de seca;
  • zoneamento ecológico-econômico do Semiárido;
  • apoio à pesquisa;
  • assistência técnica a pequenos produtores; e
  • programas para segurança hídrica e energética e uso sustentável da Caatinga.

O texto também prevê que os estados do Semiárido, região que compreende o Nordeste e parte do Sudeste, elaborem plano de ação de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca, com apoio técnico da União.

“O desafio da seca justifica resposta sistêmica e permanente”, afirmou Fernando Mineiro. “A proposta traz agenda coerente com a necessidade de previsibilidade climática, integração federativa e proteção de populações vulneráveis”, disse.

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Próximos passos
O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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