CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Comissão debate impactos das contribuições previdenciárias sobre aposentadoria de servidores públicos

Publicado em

POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados debate, nesta terça- feira (27), os impactos da retirada da integralidade e da paridade na aposentadoria dos servidores públicos. Também será debatido o efeitos da cobrança de contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas.

O debate foi solicitado pelo deputado Reimont  (PT-RJ) e será realizado a partir das 13 horas, no plenário 8.

Segundo o parlamentar, o debate deve subsidiar a atuação legislativa, especialmente diante das mudanças promovidas por reformas constitucionais recentes e da necessidade de regulamentação por leis e normas complementares.

Atualmente, tramita na Câmara a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/24, que prevê o fim da contribuição previdenciária de aposentados, afetando servidores públicos das esferas federal, estadual e municipal. A proposta tem relação direta com a PEC 555/06, que também busca reverter a incidência da contribuição sobre proventos de aposentadoria e pensões no setor público.

O deputado quer informações sobre:

  • aposentados e pensionistas que contribuem para os Regimes Próprios de Previdência;
  • montante de benefícios concedidos e das contribuições arrecadadas;
  • impactos dessas contribuições na sustentabilidade atual e futura dos regimes;
  • alternativas à revogação ou redução das contribuições, considerando os princípios de inclusão, universalidade e sustentação geracional da Previdência Pública.
Leia Também:  Câmara pode votar hoje projetos ligados à saúde

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova política de apoio a brasileiros repatriados e deportados

Publicados

em

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria a Política Reintegra Brasil. O objetivo é apoiar a reinserção social e profissional de brasileiros que retornam ao país após repatriação ou deportação.

Entre as medidas previstas estão:

  • a instalação de postos de acolhimento em áreas de fronteira;
  • a prioridade no acesso a programas sociais; e
  • a oferta de linhas de crédito.

Mudanças no texto original
Por recomendação da relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), o colegiado aprovou a versão aprovada anteriormente (substitutivo) pela Comissão de Saúde para o Projeto de Lei 96/25, da deputada Renata Abreu (Pode-SP), e apensados, com alteração.

A versão original previa a criação de um programa de governo. No entanto, a relatora argumentou que o termo “programa” sugere ações temporárias, enquanto uma política pública garante continuidade às medidas.

“O retorno sob força possui impactos na sociedade. Isso gera a necessidade de amparo do Estado, não na forma de ações com limite de prazo, mas de uma política de longa duração”, afirmou a deputada.

Leia Também:  Especialistas elogiam política brasileira de combate ao HIV/Aids; assista

Rogéria Santos também retirou trecho que alterava a Lei de Migração. Segundo ela, as garantias previstas já estão contempladas pela Política Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia.

Medidas previstas

  • Postos de fronteira
    • criação de unidades de recepção nos pontos de entrada no país para cadastro de quem voltou;
    • encaminhamento para abrigos temporários ou auxílio para transporte até o município de origem.
  • Planos de emergência
    • elaboração de ações para atendimento de repatriações em massa;
    • atuação conjunta de estados e municípios para garantir apoio humanitário.
  • Saúde e família
    • oferta de atendimento psicológico e assistência social;
    • criação de espaços de convivência para mães e filhos;
    • apoio na localização de parentes no Brasil.
  • Atenção às mulheres
    • prioridade no acesso a serviços para mulheres responsáveis pelo sustento da família ou em situação de vulnerabilidade;
    • garantia de suporte de justiça para vítimas de violência.
  • Educação
    • facilitação de matrículas na rede pública para crianças e adolescentes.
  • Assistência social e transferência de renda
    • atendimento prioritário no Cadastro Único (CadÚnico);
    • prioridade no acesso ao Bolsa Família e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC).
  • Emprego e empreendedorismo
    • oferta de cursos de qualificação profissional em parceria com empresas;
    • criação da linha de crédito “Retorno Produtivo”;
    • incentivo à criação de cooperativas.
  • Proteção patrimonial
    • orientação para proteção de bens e recursos adquiridos no exterior.
  • Monitoramento da política
    • criação de bancos de dados para avaliar a política;
    • integração de trabalho entre órgãos de governo, conselhos de tutela e entidades da sociedade.
Leia Também:  Câmara pode votar hoje projetos ligados à saúde

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA