POLÍTICA
Revisão das bulas dos defensivos agrícolas foi tema de debate da FPA
POLÍTICA
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) realizou reunião ordinária nesta terça-feira (20), na Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), para discutir cinco assuntos em pauta: a) necessidade de revisão das bulas dos defensivos agrícolas; b) projetos em trâmites na ALMT; c) apresentação do projeto agro familiar: incentivo ao desenvolvimento da agricultura familiar irrigada; d) estudo hídrico e seleção de comunidade para implantação do projeto; e) Feira Internacional do Agronegócio “GreenFarms”.
Membro do grupo de trabalho e que representou o coordenador da Frente, deputado Dilmar Dal Bosco (União), o deputado Hugo Garcia (Podemos) falou da importância dos assuntos debatidos durante a reunião de hoje.
“A Aprosoja destaca iniciativas importantes, como a necessidade da revisão das bulas dos defensivos agrícolas. Temos também um projeto muito bom que está sendo apresentado pela Aprofir (Associação dos produtores de Feijão e Irrigantes de Mato Grosso), que é para a agricultura familiar, mostrando a importância da irrigação para o desenvolvimento da agricultura de hortaliça no nosso estado”, comentou Garcia.
A gerente de defesa agrícola da Associação Brasileira dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja), Gerusca Rech, disse que Mato Grosso recebe cerca de 70 caminhões de frutas de fora do Estado produzidas por meio de irrigação.
“Sabemos também que a salvação da agricultura familiar é através da irrigação. Então, é um projeto que a Profir está apresentando junto com a Assembleia Legislativa com o objetivo de levar para dez municípios do estado. Em cada município serão, inicialmente, em torno de 50 famílias beneficiadas. É um projeto piloto, que eu tenho certeza que vai ser um grande sucesso”, destacou.
”HoJe é sabido que a maior quantidade de agricultura familiar de assentados do Brasil está no Mato Grosso e nós temos que dar capacitação e condições para essas famílias trabalharem e produzirem. O Estado já tem um orçamento de 100 milhões de reais destinados não especificamente para isso, mas que podem ser acessados para esse tipo de atividade. A gente sabe que a agricultura familiar é um gargalo bastante grande, são mais de 150 mil famílias em Mato Grosso que estão nesse ramo”, disse Rech.
sobre as bulas, e baseado na apresentação da gerente agrícola da Aprosoja, a Associação vem observando a necessidade de revisar as bulas dos defensivos agrícolas.
“Os técnicos tem acompanhado de perto este assunto e observando dentro das propriedades a ineficiência de alguns produtos no controle de determinadas pragas e doenças, principalmente, quando essas pragas e doenças, em determinados ciclos, sofrem uma pressão maior pelo ambiente”, opinou ela.
“Nesse ano, por exemplo, a gente observou a questão de pressão em cima do complexo de lagartas na cultura do milho e isso faz com que alguns produtos que são utilizados, que são de longa data, não têm dado tanta eficiência nesse controle. Então, é necessário a revisão das bulas”, comentou Rech.
O engenheiro agrônomo da Aprofir, Almir Ferro, reforçou que o projeto incentiva o desenvolvimento da agricultura familiar irrigada no Estado.
“Os projetos implantados não estão direcionados para a irrigação. Essa iniciativa é para implantar polos pilotos de produção irrigada, especialmente de frutas, verduras e legumes com potencial produtivo. O projeto também prevê liberar um kit de irrigação referente a um hectare por produtor com gerador próprio. Prevê ainda a recuperação do solo dos dez municípios que vão ser contemplados através da correção da acidez e a melhoria da fertilidade com uso de adubo”, apontou ele.
Um dos assuntos também debatidos durante a reunião desta terça-feira foi a Feira Internacional do Agronegócio “GreenFarms”, evento que acontecerá entre os dias 10 a 13 de setembro deste ano, no Parque Mato Grosso.
Umas das representantes do evento, Randala Lopes, explicou que o evento teve sua primeira edição ano passado e contou com mais de 60 marcas participantes com cerca de 50 palestrantes.
“Teremos vários painéis sobre inovação, políticas públicas, tecnologia, então, é uma feira diferente e técnica do agronegócio internacional com destaque para a tecnologia implementada na agricultura. Trata-se de uma feira que contempla todas as cadeias produtivas do Estado”, atestou Lopes.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
Max Russi cobra mais recursos para os municípios e Governo do Estado sinaliza positivamente
O deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), cobrou hoje (28) do Ministério da Saúde aumento no repasse de recursos para investimentos na saúde nos municípios. A mesma cobrança já tinha sido feita ao governador Otaviano Pivetta, que garantiu ao parlamentar que onde for preciso ampliar, o estado irá atuar, desde que o governo federal faça a parte dele.
A defesa no aumento dos repasses foi feita por Russi durante a reunião da comissão de saúde, na Assembleia Legislativa. “Os prefeitos estão hoje está fazendo ‘continha’. Eles acabam assumindo responsabilidades de programas federais que as prefeituras não têm condição de bancar integralmente”, pontou Max, que encaminhou a cobrança ao representante do Ministério da Saúde, Fernando Figueira.
De acordo com o deputado, os municípios enfrentam sérias dificuldades para manter programas de saúde lançados pelo governo federal, pois a contrapartida exigida acaba pesando no caixa das prefeituras. “Precisamos melhorar o valor do repasse. Os prefeitos querem avançar, mas muitas vezes não dão conta de pagar a conta sozinhos”, afirmou o parlamentar.
Conforme Max Russi, antes do reajuste ocorrido em 2023, o setor passou por um longo período de oito anos (desde 2015) sem qualquer atualização nos valores enviados pela União. Como ex-prefeito de Jaciara, onde foi um dos pioneiros na implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em parceria com os Bombeiros, ele destacou que conhece de perto a realidade de quem gere a saúde na ponta.
“Já tratei desse tema com o governador Pivetta, que reconheceu as dificuldades enfrentadas pelos municípios. Precisamos que o governo federal também tenha esse entendimento para que possamos avançar e sairmos da incomoda posição de 25ª colocado nos indicadores de saúde”, argumentou o parlamentar.
Fonte: ALMT – MT
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