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Polícia Civil deflagra operação em combate ao uso de plataformas digitais para incentivar a automutilação

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A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (15.4), a “Operação Discordância”, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência de um adolescente de 16 anos, em Rondonópolis (distante cerca de 218 km da capital). O menor é suspeito de promover a prática de automutilação entre outros adolescentes, em uma plataforma digital.

A investigação foi realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), a partir de informações compartilhadas pelo Laboratório de Operações Cibernéticas da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que atua no monitoramento constante de ambientes virtuais com potencial risco à integridade de crianças e adolescentes.

O mandado foi expedido pela Vara Especializada da Infância e da Juventude de Rondonópolis, diante de elementos que indicam o uso reiterado de canais de comunicação online para disseminar conteúdos sensíveis e de risco, fomentando práticas autodestrutivas entre menores de idade.

Conduzida pelo delegado adjunto da DRCI, Gustavo Godoy, a investigação identificou que o adolescente, alvo da ação, já havia sido investigado anteriormente no âmbito da “Operação Mão de Ferro”, deflagrada pela mesma unidade especializada, em 1º de agosto de 2024. Na ocasião, foi cumprido mandado de busca e apreensão pela prática de cyberbullying, induzimento à automutilação e apologia ao nazismo em redes sociais e comunidades virtuais.

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Durante a ação desta terça-feira, o telefone celular utilizado pelo adolescente foi apreendido e será submetido à perícia técnica para aprofundamento da investigação, com foco na identificação de demais envolvidos e na preservação de potenciais vítimas. Além disso, todos os perfis em redes sociais do menor foram excluídos por determinação judicial.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação e prende empresário e gestora em flagrante por “gato” em energia elétrica

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (23.6), a Operação Gateiro, para apurar o desvio de energia elétrica, popularmente conhecido como “gato”, em Várzea Grande. Durante a operação, um empresário, de 53 anos, e a gestora de um Centro de Recuperação para Dependentes Químicos acabaram presos em flagrante.

A princípio, a operação, realizada pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG), visava cumprir um mandado judicial de busca e apreensão domiciliar em Cuiabá em desfavor de um técnico eletricista, de 54 anos, apontado como o responsável por instalar um esquema de desvio de energia elétrica em uma empresa do ramo de carnes localizada em Várzea Grande.

O mandado judicial, expedido pela 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, foi um desdobramento da Operação Curto-Circuito, deflagrada em 2025, que revelou um esquema de fraudes em medidores de energia elétrica em estabelecimentos comerciais da região metropolitana de Várzea Grande.

Durante a busca, os policiais realizaram uma varredura na residência do suspeito e apreenderam o aparelho celular dele, material que passará a compor os autos do inquérito policial em andamento e poderá subsidiar novas linhas de investigação.

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Na sequência das diligências, a equipe da DEE-VG deu continuidade às ações fiscalizatórias, em conjunto com a Energisa e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), voltadas à apuração de eventuais fraudes em medidores de energia elétrica em empresas do segmento de distribuição de bebidas, restaurantes e em uma casa de recuperação de dependentes químicos da região.

Em um dos estabelecimentos, um restaurante no bairro Jardim Eldorado, a equipe da DEE-VG, acompanhada do delegado Ruy Guilherme Peral, flagrou um medidor de energia elétrica fraudado. Diante disso, o proprietário do local, de 53 anos, foi preso em flagrante por estelionato.

Também foi localizado um medidor de energia com fraude em um centro de recuperação para dependentes químicos no bairro Capão do Pequi. A gestora e tesoureira da ONG, de 44 anos, foi presa em flagrante. Os dois presos nesta terça-feira são reincidentes no crime de estelionato por fraude de energia elétrica.

“A Operação Gateiro é um desdobramento natural e técnico das investigações iniciadas na Operação Curto-Circuito. Identificar e responsabilizar aqueles que implementam as estruturas físicas das fraudes é fundamental para desarticular por completo esses esquemas criminosos que causam prejuízo milionário às distribuidoras de energia e, em última análise, a toda a sociedade”, afirmou o delegado Ruy Guilherme Peral, coordenador do Núcleo de Inteligência da DEE-VG.

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As diligências fiscalizatórias seguem em andamento. Novos desdobramentos serão informados à medida que as apurações avançarem.

O nome da operação, Gateiro, faz alusão à denominação atribuída, popularmente, ao técnico que implementa “gatos” na rede elétrica.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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