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Saiba como aproveitar as promoções do feirão de passagens aéreas
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As companhias que operam voos nacionais lançam no finais de semana um feirão de passagens aéreas. É a melhor oportunidade para quem pretende viajar mais pagando menos. Os menores preços são para viagens na baixa temporada. Por exemplo, entre maio e junho, os preços são mais em conta, exceto nos feriados, pelo fato de a procura por voos ser menor.
Mas para garantir economia é preciso realizar a compra das passagens aéreas com pelo menos 40 dias antes da data da viagem. Se você deixar para última hora vai pagar caro pelos bilhetes aéreos. No mercado de aviação o preço é de acordo com a procura pelo destino. Se um voo está praticamente lotado, o preço fica “salgado”.
As cidades com maior oferta de voos são as que têm o menor valor. As passagens aéreas de Curitiba para São Paulo, de Belo Horizonte para Brasília ou do Rio de Janeiro para Vitória, por exemplo, podem sem garantidas por menos de R$ 400 (ida e volta) se a compra dos bilhetes for feita com 40 dias de antecedência. Nas rotas operadas por três companhias os preços são baratos pelo fato de a concorrência ser maior.
Como encontrar voos baratos
É importante comparar os preços das passagens antes de realizar a compra. Uma das dicas importantes é verificar nos sites de buscas qual companhia aérea tem o valor na data que precisa. Feito isso, entre no site da compaanhia é compre os bilhetes. Algums sites cobram uma taxa de serviço.
Mas antes de comprar é importante verificar as regras de compra das passagens, uma espécie de contrato entre a companhia aérea e o consumidor. Se você precisar mudar a data da viagem, por exemplo, o valor que pagou pode dobrar. Além da diferença da tarifa, as empresas aéreas cobram multas para alterar a data do embarque. No Brasil a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) não interfere no valor das passagens.
Fonte: Turismo
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Parque Nacional de Jericoacoara: dunas, lagoas e mar em um dos destinos mais fascinantes do Ceará
Localizado no litoral do Ceará, entre os municípios de Jijoca de Jericoacoara e Cruz, o Parque Nacional de Jericoacoara é um dos destinos praianos mais procurados e fotografados do Brasil. Criada em 2002, a unidade de conservação abrange cerca de 8,8 mil hectares de ecossistemas costeiros preservados, onde a vila de pescadores se conecta a uma natureza exuberante.
O parque contribui para a preservação de ecossistemas frágeis, como campos de dunas móveis, vegetação de restinga, manguezais e lagoas. Esse mosaico de habitats serve de refúgio para uma rica biodiversidade, incluindo tartarugas marinhas, cavalos-marinhos e diversas espécies de aves migratórias.
Os atrativos do parque agradam tanto quem busca descansar à beira-mar quanto quem pratica esportes aquáticos. O grande símbolo da unidade é a icônica Pedra Furada, formação rochosa esculpida pelo atrito das ondas. Outro ritual clássico dos visitantes é acompanhar o espetáculo do fim de tarde no topo da Duna do Pôr do Sol, um dos raros pontos do litoral brasileiro onde é possível ver o sol se despedir diretamente no mar.
A experiência no parque se completa com os tradicionais passeios de bugue ou quadriciclo pelas dunas rumo às lagoas de águas doces e cristalinas, como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul, famosas por suas redes estendidas sobre a água. Além disso, os ventos constantes que sopram na região fazem do destino um dos principais lugares do mundo para a prática de kitesurf e windsurf.
Como chegar
Para chegar ao Parque Nacional de Jericoacoara por via aérea, a opção mais prática é desembarcar no Aeroporto Regional de Jericoacoara (JJJ), no município de Cruz, a cerca de 30 km da vila.
Uma alternativa bastante usada é o desembarque pelo Aeroporto Internacional de Fortaleza (FOR), a aproximadamente 300 km de distância. A partir da capital cearense, o trajeto até a vila pode ser feito em ônibus, transfer privativo ou carro alugado. No trecho final, é obrigatório usar veículos 4×4 para percorrer as estradas de areia que dão acesso ao destino.
Ao chegar à vila, a circulação de veículos particulares é restrita para preservar o ecossistema e manter a tranquilidade do local. Por isso, o deslocamento é feito em veículos 4×4 credenciados, bugues ou a pé pelas ruas de areia. Os visitantes também devem efetuar o pagamento da taxa de turismo sustentável, cobrada pela prefeitura local.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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