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POLITÍCA NACIONAL

Congresso se ilumina de lilás para conscientização sobre o câncer de colo do útero

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POLITÍCA NACIONAL

O Congresso Nacional recebe iluminação na cor lilás nesta terça (25) e quarta-feira (26) para conscientização sobre o câncer de colo do útero. O objetivo da ação é disseminar informações para a prevenção e o combate ao câncer de colo uterino, que é o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

A iluminação atende pedido do Ministério da Saúde e do Senado Federal.

Causa
A doença é causada pela infecção de determinados tipos do papilomavírus humano (HPV), que podem provocar alterações celulares e evoluir para o câncer. O tabagismo e a baixa imunidade também são fatores de risco. Estima-se que cerca de 80% da população sexualmente ativa já tenham entrado em contato com o vírus.

Sintomas
Na maioria das vezes, esse tipo de câncer é assintomático inicialmente, mas sintomas como sangramentos fora do período menstrual, dor e corrimentos podem ocorrer. Com o avanço da doença, outros sintomas como obstrução das vias urinárias, dor lombar, edema nas pernas, fadiga excessiva e perda de peso anormal também podem surgir.

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Prevenção
O câncer de colo de útero pode ser evitado na maioria dos casos, por isso a conscientização sobre a prevenção é tão importante. Vacinação contra o HPV, exame preventivo (Papanicolau) e o uso de preservativo são as principais formas de prevenir esse tipo de câncer.

A vacina contra o HPV está disponível para meninas e meninos de 9 a 14 anos, e ajuda a prevenir até 70% dos cânceres de colo do útero e 90% das verrugas genitais. É fundamental que tanto meninos quanto meninas se vacinem, pois além de transmitirem o vírus para as meninas, eles também podem ter doenças associadas ao HPV, como câncer do pênis, do canal anal e de orofaringe.

Da Redação – AC
Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados

Fonte: Câmara dos Deputados

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Projeto libera fundos de pensão de limite de juros em empréstimos

Publicados

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O Projeto de Lei 237/26 afasta o limite de juros para empréstimos dos fundos de pensão aos seus participantes. O texto em análise na Câmara dos Deputados impede a aplicação da Lei da Usura, que prevê taxa máxima de 12% ao ano.

Segundo o deputado Tadeu Veneri (PT-PR), autor da proposta, a ideia é proteger as futuras aposentadorias. Ele afirma ainda que entidades fechadas de previdência complementar não buscam lucro, mas precisam rentabilizar os seus recursos.

Tadeu Veneri ressalta que, atualmente, a Justiça tem limitado os juros cobrados pelos fundos de pensão a 12% ao ano. Para ele, isso ameaça o equilíbrio dos planos de benefícios e pode resultar em contribuições extras dos participantes.

Alteração em lei
A proposta altera a Lei 14.905/24, que trata da aplicação de juros e correção monetária nos contratos, para incluir os fundos de pensão na lista de exceções à Lei da Usura. Hoje, bancos e outras instituições financeiras integram a relação.

“A submissão às restrições da Lei da Usura desvirtua a função institucional dessas entidades, inviabiliza a rentabilização dos ativos e reduz a capacidade de cumprir as metas atuariais”, diz Tadeu Veneri.

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Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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