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Acidentes aéreos mataram 244 pessoas em 2024; veja os dados
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Um relatório divulgado pela Associação do Transporte Aéreo Internacional (IATA) mostrou que 2024 registrou 7 acidentes aéreos em todo o mundo, com 244 mortes contabilizadas.
No ano anterior, 72 pessoas morreram em acidentes aéreos, segundo a entidade que representa as empresas aéreas de todo o mundo.
Em 2024, ainda segundo o relatório anual de segurança da aviação da IATA, foi registrado um acidente a cada 880 mil voos. A taxa de todos os acidentes aumentou de 0,73 a cada um milhão de voos em 2023 para 1,77 ocorrências em 2024.
Segundo a IATA, essa taxa mundial foi melhor do que a média dos últimos cinco anos, que é de 2,00. O risco de fatalidade aumentou de 0,00 em 2023 para 0,35 em 2024. A maioria dos acidentes foi relacionada a colisões de cauda.
Acidentes mais comuns
A associação divulgou os acidentes mais comuns registrados em 2024, entre eles, colisões com a cauda e saídas de pista. O relatório da IATA não cita os acidentes do Brasil. Na América Latina e Caribe, foram 5 acidentes durante todo o ano de 2024. Entre eles, o que envolveu um avião da VoePass, a antiga Passaredo, que caiu em Vinhedo. O acidente, ocorrido em 9 de agosto de 2024, matou 58 passageiros e 4 tripulantes. O ATR-72 da VoePass realiza o voo de Cascavel (PR) para o Aeroporto de Guarulhos.
Confira os principais pontos do relatório
O risco de fatalidade no mundo permaneceu baixo (0,06), abaixo da média de cinco anos (0,10), mas foi o dobro da taxa relatada em 2023 (0,03).
A média de mortes dos cinco anos foi de 144. O risco de fatalidade permaneceu baixo, em 0,06, abaixo da média de cinco anos, de 0,10, mas o dobro da taxa de 0,03 relatada em 2023.
A taxa de todos os acidentes foi de 1,13 a cada um milhão de voos, melhor do que a média de cinco anos de 1,25, mas pior do que 1,09 registrada em 2023.
Sete acidentes fatais ocorreram em 2024 entre 40,6 milhões de voos.
Confira a avaliação sobre os acidentes feita por Willie Walsh, diretor geral da IATA
“Mesmo com os recentes acidentes de aviação de alta repercussão, é importante lembrar que os acidentes são extremamente raros. Foram realizados 40,6 milhões de voos em 2024, com sete acidentes fatais. Além disso, o histórico de longo prazo da segurança da aviação é de melhoria contínua. Há dez anos, a média de cinco anos (2011-2015) era de um acidente para cada 456 mil voos. Hoje, a média de cinco anos (2020-2024) é de um acidente para cada 810 mil voos.
Essa melhoria ocorre porque sabemos que cada fatalidade significa muito. Lembramos aqui cada vida perdida nos acidentes de aviação com nossas mais profundas condolências e a determinação cada vez mais forte de tornar a aviação ainda mais segura. E para isso, a coleta de dados de segurança, incluindo o relatório de segurança de 2024, é a nossa ferramenta mais poderosa”.
Fonte: Turismo
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No frio? Conheça a praia brasileira com mar quente o ano todo

Enquanto o inverno se aproxima e as temperaturas caem em grande parte do país, um destino no litoral do Rio de Janeiro oferece um contraste surpreendente: águas quentes durante todo o ano. Localizada próxima à Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Praia do Laboratório atrai visitantes em busca de um mergulho relaxante, mesmo nos dias mais frios.
Por que a água é quente?
O fenômeno ocorre devido ao processo de resfriamento das usinas nucleares Angra 1 e Angra 2. A água do mar é utilizada para resfriar o vapor gerado na produção de energia elétrica e, após passar por um sistema isolado, é devolvida ao oceano com temperatura entre 3°C e 5°C mais elevada.
Segundo a Eletronuclear, responsável pelas usinas, não há contato entre a água do mar e materiais radioativos, garantindo segurança aos banhistas. Monitoramentos realizados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) confirmam que a praia é própria para banho desde 2016.
Um cenário paradisíaco e tranquilo
Com uma pequena faixa de areia cercada por vegetação exuberante, a Praia do Laboratório é um refúgio pouco explorado por turistas. Suas águas calmas são ideais para mergulho e observação da vida marinha, incluindo tartarugas que frequentam a região.
O acesso não é sinalizado, o que ajuda a preservar a tranquilidade do local. Partindo de São Paulo, o trajeto mais comum é pela Rodovia Rio-Santos (BR-101), seguindo por uma estrada asfaltada próxima às usinas. Apesar da ausência de infraestrutura comercial, vendedores ambulantes costumam circular no local durante a alta temporada.
Destaque nas redes sociais
Recentemente, a praia ganhou fama após um vídeo de um mergulho nas águas quentes viralizar nas redes sociais, alcançando milhões de visualizações. Apesar de algumas dúvidas sobre a segurança devido à proximidade com a usina, não há riscos à saúde.
Vale a pena visitar?
Para quem busca um destino diferente, longe das agitações turísticas, a Praia do Laboratório é uma ótima opção. Além do banho relaxante, o cenário natural proporciona um dia de paz e conexão com a natureza. Recomenda-se levar água e alimentos, já que o local não conta com quiosques ou restaurantes.
Se a ideia é fugir do frio e mergulhar em águas quentes em pleno inverno, esse recanto escondido no litoral fluminense pode ser a escolha perfeita.
Como chegar:
Partindo de São Paulo: siga pela BR-101 (Rio-Santos) até Angra dos Reis.
Acesso à praia: procure uma estrada asfaltada próxima às usinas nucleares (não há placas indicativas).
Estacionamento: há um local para estacionar perto da orla.
Fonte: Turismo
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