CUIABÁ
SORP e Vigilância Sanitária fecham duas distribuidoras por venda de alimentos vencidos
CUIABÁ
A Secretaria Municipal de Ordem Pública interditou na terça-feira (18) duas distribuidoras localizadas na Avenida Jornalista Roberto Jaques Brunini, no bairro Grande Terceiro, por conta da comercialização de produtos inapropriados para consumo.
A ação, que é mais um desdobramento da Operação Ordem Sonora, deflagrada para coibir a poluição sonora e comércios clandestinos, mobilizou fiscais da ordem pública, da Vigilância Sanitária, Procon, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.
Foram apreendidas mais de 80 latas de enérgico, refrigerantes e água tônica vencidos desde novembro. Nestas duas distribuidoras, ainda foram apreendidos pão e pacotes de maionese, também fora do prazo de validade.
Os proprietários foram orientados a proceder com as correções para retomar as atividades comerciais, uma vez que, os estabelecimentos também não tinham alvará sanitário e tampouco atendia as exigências de segurança do Corpo de Bombeiros.
Na quarta-feira (19), a equipe de fiscais retornou as ruas. Desta vez, no bairro Tijucal. Três distribuidoras foram inspecionadas, das quais uma, localizada Avenida Espigão, recebeu notificação do Corpo de Bombeiros para não proceder com a venda de fogos de artifício de estampido, conhecidos pela alta explosão. O proprietário também foi notificado a instalar novos extintores de incêndios.
Fiscais da Vigilância Sanitária apreenderam refrigerantes, macarrão instantâneo, achocolatado e água tônica, todos comercializados com datas vencidas.
A segunda distribuidora localizada no bairro Tijucal foi orientada a não colocar na calçada barris como funcionamento de mesas, pois não detinha a atividade de bar no CNAE (Cadastro Nacional de Atividades Econômicas) da Receita Federal. O proprietário aceitou pacificamente a orientação dos fiscais da Ordem Pública. Uma terceira distribuidora estava com suas atividades regulares, ou seja, todos os alvarás em dia e com as regras sanitárias e do Corpo de Bombeiros devidamente cumpridas.
Ordem social
A secretária de Ordem Pública, Juliana Palhares, declarou que a fiscalização dos comércios visa a garantia das normas legais e a preservação dos interesses coletivos.
“Esses estabelecimentos comerciais deverão se atentar às normas sanitárias e de segurança para não colocar em risco à saúde pública, conforme identificamos. Todos estes estabelecimentos poderão retomar suas atividades após as devidas correções”.
A secretaria adjunta da Ordem Pública, coronel Francyanne Siqueira Chaves, destacou a atuação conjunta da ordem pública com a Polícia Militar. “A corporação é nossa parceira em garantir a legalidade dos comércios, proibindo que a venda de produtos alimentares vencidos coloque em risco à saúde pública”, pontuou.
Normas legais
O fiscal da Vigilância Sanitária Fiscal, Nicolas da Silva, recomendou que proprietários bares, distribuidoras e restaurantes se atentem a Resolução 216/2004 que orienta pelas boas práticas de serviços de alimentação. “São regras de boas práticas localizadas para pesquisa na Internet”, disse.
O soldado do Corpo de Bombeiros, Jhonatan Figueiredo, ressalta que o alvará contra incêndio é imprescindível à ordem pública. “É uma norma de segurança importante à coletividade que não é burocrática. Peço, encarecidamente, que os comerciantes procedam com a regularização junto à Prefeitura de Cuiabá”.
O fiscal Silvino Saturnino destacou que a Secretaria Municipal de Ordem Pública está aberta aos comerciantes para dialogar a respeito das exigências legais a serem cumpridas. “Qualquer proprietário de estabelecimento pode comparecer pessoalmente à secretaria que iremos auxiliar com as informações naquilo que for necessário”.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.
A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.
A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.
“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.
O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.
“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.
A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.
Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.
A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.
O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.
Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.
O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
-
Marcelo Porto Carrero2 dias atrás1964 — A Ditadura do Anacronismo
-
POLÍTICA7 dias atrásALMT aprova requerimentos que reforçam fiscalização sobre concursos, servidores e políticas públicas
-
POLÍTICA6 dias atrásSessões plenárias, CPI da Saúde e reuniões de comissões marcam atividades da ALMT
-
POLÍTICA7 dias atrásALMT fortalece ações de proteção de dados em visita técnica à ANPD, em Brasília
-
POLÍTICA7 dias atrásRádio Assembleia estreia Bandas de Cá, com destaque para o rock mato-grossense
-
POLÍCIA6 dias atrásPolícia Civil deflagra operação contra facção criminosa que utilizava bingos para lavagem de dinheiro em MT
-
ESPORTES6 dias atrásFrança vence Marrocos por 2 a 0 e avança às semifinais da Copa do Mundo
-
CUIABÁ6 dias atrásAbilio confirma Reginaldo Teixeira no comando da Secretaria Municipal de Educação de forma definitiva


