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Prefeitura de Cuiabá adia início das aulas para 10 de fevereiro

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O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini anunciou que o início das aulas na rede municipal de ensino será adiado para o dia 10 de fevereiro. A decisão foi tomada após reunião com a presidente do Conselho Municipal de Educação, Andréa dos Santos, e comunicação prévia ao promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, diante da precariedade da infraestrutura das unidades escolares.

Abilio destacou que a gestão municipal ainda não conseguiu contratar as empresas responsáveis pela manutenção e limpeza das escolas, além de enfrentar dificuldades na aquisição de materiais de limpeza por conta a repasses em atraso deixados pela gestão anterior. Ele também citou as fortes chuvas que agravaram a situação estrutural de algumas unidades, como a Escola Zeferino Leite de Oliveira, no bairro Pedra 90, onde há riscos elétricos sérios. ” São 171 unidades e a gente ainda não teve a condição de contratar as empresas responsáveis pela manutenção e limpeza Considerando a situação da infraestrutura das escolas”, afirmou.

Outro ponto sensível é a folha de pagamento dos servidores. Apenas em janeiro foi possível quitar os salários de dezembro de 2024, além disso ainda não houve pagamento do um terço de férias referentes ao ano passado. “Os servidores precisam desse recurso para poder ir até a escola executar sua atividade de trabalho”, explicou Abilio, reforçando que só no dia 10 de fevereiro será possível pagar o salário de janeiro.

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A precariedade estrutural também pesou na decisão. Segundo o prefeito, entre 10 e 15 escolas estão em condições insustentáveis. “Temos unidades com telhados comprometidos e caixas d’água com risco de desabamento, como a que caiu no Nico Baracat. Precisamos proteger nossos alunos e servidores, por isso é mais seguro adiar o início das aulas”, alertou.

A Secretaria Municipal de Educação, Solange Dias, garantiu que a grade curricular será ajustada para repor os dias letivos perdidos, cumprindo os 200 dias exigidos por lei. A gestão também ressaltou que avanços estão sendo alcançados, como a contratação de 1.700 Cuidadoras de Crianças com Deficiência (CADs), a garantia da merenda escolar e o funcionamento do transporte escolar.

Além disso, a fila de espera nas creches foi reduzida de 4 mil para 2.539 crianças, e no ensino fundamental não há mais filas. Os kits escolares estão previstos para entrega em até 45 dias após o início das aulas.

Abilio pediu compreensão aos pais e reforçou que a prioridade é a segurança dos alunos e profissionais da educação. “Estamos trabalhando incansavelmente para resolver os problemas que encontramos. A decisão sobre o adiamento foi tomada com responsabilidade, sempre colocando a segurança dos alunos e profissionais em primeiro lugar”, finalizou.

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Andrea dos Santos, presidente do Conselho Municipal de Educação de Cuiabá, justificou o adiamento do início das aulas como uma medida necessária diante da precária infraestrutura das escolas, agravada pelas fortes chuvas registradas nos meses de dezembro e janeiro. Ela destacou que o período chuvoso danificou estruturas físicas de instituições de ensino, colocando em risco a integridade de estudantes e profissionais da educação.

A decisão de adiar o retorno às aulas por uma semana visa garantir que a gestão municipal realize ajustes urgentes nas escolas, como reparos na infraestrutura, antes do reinício das atividades. Andrea reforçou que a medida é sensata e prioriza a segurança da comunidade escolar, além de permitir que as adequações necessárias sejam concluídas de forma adequada.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

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O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

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O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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