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Descubra para que serve o chip no passaporte e como ele funciona

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Reprodução/Instagram

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Você já notou o desenho de um retângulo na capa do seu passaporte? Esse ícone é o símbolo internacional do Passaporte Eletrônico, ou E-Passport, e indica que o documento possui um chip integrado com as principais informações impressas no papel.

O Passaporte Eletrônico foi adotado no Brasil em 2010 e tem como diferencial o armazenamento de dados no chip, permitindo que informações como foto, impressões digitais e dados pessoais sejam comparadas automaticamente com as impressões físicas. Essa tecnologia reduz o tempo de espera nos postos de controle migratório, já que o documento pode ser lido rapidamente por scanners.

Além de agilidade, o E-Passport também oferece mais segurança. Os dados são protegidos por um Certificado Digital e utilizam o protocolo de autenticação EAC (Extended Access Control), que dificulta falsificações.

Como cuidar do chip do passaporte
O chip está localizado na parte interna da capa traseira do documento e exige cuidados específicos. A capa do passaporte não pode ser dobrada, perfurada ou exposta a condições extremas, como altas temperaturas, umidade, luz intensa, campos eletromagnéticos ou produtos químicos.

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Cada chip é testado pela Casa da Moeda antes de ser enviado aos postos da Polícia Federal (PF). Embora falhas sejam raras, o órgão explica o que fazer em caso de problemas.


O que fazer se o chip apresentar falhas?
Teste o chip pelo celular: Aplicativos como Read ID – NFC Passport Reader (disponíveis para Android e iOS) permitem verificar se o chip está funcionando. Caso o celular não tenha tecnologia NFC ou o teste indique problemas, siga os próximos passos.

Procure o posto de emissão: Leve o passaporte ao local onde foi emitido para uma avaliação oficial pela Polícia Federal.

Identificado o problema, há duas possibilidades: Se for o primeiro uso e o defeito tiver ocorrido antes da entrega, a PF emitirá um novo passaporte sem custo. Se o dano ocorrer enquanto o passaporte está com o titular, será necessário pagar pela emissão de um novo documento.

Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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