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MATO GROSSO

PM prende estelionatário, apreende munições e mais de R$ 6,5 mil em espécie

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MATO GROSSO

Um homem foi preso, na noite desta quinta-feira (16.1), por policiais militares do 4º Batalhão por porte ilegal de arma de fogo e estelionato, no bairro Jardim Paula I, em Várzea Grande. Com ele, os policiais militares apreenderam R$ 6.559 em espécie, um veículo, uma balança de precisão, quatro aparelhos celulares e uma tesoura pequena com resquícios de droga.

Os policiais militares realizavam um bloqueio na Avenida Júlio Campos, durante deflagração da Operação Tolerância Zero, quando o suspeito, em um veículo Toyota Etios, prata, freou bruscamente e tentou manobrar para fugir da abordagem.

O suspeito foi abordado pelas equipes e apresentava odor de entorpecentes. Em busca veicular, os policiais militares encontraram R$ 1.800 dentro de uma bíblia.

Questionado sobre a origem do dinheiro, o suspeito revelou que a quantia era oriunda de golpes virtuais aplicados pelo WhatsApp com diversos aparelhos celulares. À PM, o suspeito ainda confessou que em sua residência possuía mais uma quantia de R$ 4.759 em espécie.

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No local, as equipes apreenderam 50 munições calibre .22, celulares e uma balança de precisão. O suspeito e todo material recolhido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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