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POLITÍCA NACIONAL

Comissão discute produção e divulgação do audiovisual católico no Brasil

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A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados debate quinta-feira (12) a produção e divulgação do audiovisual católico no Brasil. O debate será realizado no plenário 11, às 10 horas, a pedido da deputada Simone Marquetto (MDB-SP).

Conforme a deputada, a produção e divulgação de conteúdo audiovisual com temas católicos têm crescido significativamente no Brasil, acompanhando o aumento da presença digital das comunidades religiosas e a demanda por materiais de caráter educativo, espiritual e cultural.

“A produção audiovisual católica ainda enfrenta inúmeros desafios. Entre eles, estão as limitações de financiamento, o alcance limitado em grandes plataformas, as barreiras de distribuição, além de possíveis restrições ou censura em espaços de mídia convencional”, esclarece a parlamentar.

Ela lembra que a disseminação de conteúdos católicos em plataformas de grande alcance desempenha um papel importante na preservação e promoção da cultura e dos valores cristãos. “Esses conteúdos podem atuar na formação moral e ética dos indivíduos e contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, empática e solidária”, ressalta Simone Marquetto.

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O intuito da audiência é identificar mecanismos de apoio, políticas públicas e parcerias que possam beneficiar a produção cultural religiosa e fomentar a inclusão do conteúdo católico na indústria audiovisual nacional.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Câmara aprova aumento de pena para crimes contra guarda municipal e segurança privado

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A Câmara dos Deputados aprovou aumento de penas para os crimes de homicídio ou lesão corporal dolosa praticados contra agentes de segurança privada, guardas municipais, agente de segurança socioeducativa, guardas portuários e policiais legislativos. O texto segue agora para o Senado.

O texto aprovado nesta quarta-feira (6) é um substitutivo do relator, deputado Delegado da Cunha (União-SP), ao Projeto de Lei 5744/23, da Comissão de Legislação Participativa. O texto altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) e a Lei de Crimes Hediondos (Lei 8.072/90) para incluir novas categorias de vítimas com proteção penal reforçada.

O projeto original classificava como

Delegado da Cunha comparou a gravidade de matar uma mulher por ser mulher com matar um policial por ser policial. “Os policiais são executados em razão de serem policiais. O criminoso descobre que se trata de um policial e, para ser premiado no crime organizado, ele executa o policial”, disse.

O deputado citou um total de 170 execuções de policiais no ano passado, a maioria durante a folga dos profissionais.

Aumento de pena
O texto aumenta a pena prevista no Código Penal para o homicídio qualificado de 12 a 30 anos de reclusão para 20 a 40 anos. O agravante proposto pelo projeto poderá ser aplicado ainda quando o crime for cometido contra cônjuge, companheiro ou parente, inclusive por afinidade, até o terceiro grau, em razão desse parentesco com os detentores dos cargos citados.

Já a lesão corporal dolosa terá aumento de pena de metade a 2/3 nas mesmas situações. Atualmente, a pena tem aumento de 1/3 a 2/3.

O texto também considera crime hediondo a lesão corporal gravíssima e a lesão seguida de morte contra essas pessoas.

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Segundo o Código Penal, as lesões de natureza gravíssima são aquelas das quais resultam incapacidade permanente para o trabalho; enfermidade incurável; perda ou inutilização de membro, sentido ou função; deformidade permanente; ou aborto.

Condenados por crimes hediondos não podem contar com anistia, graça e indulto ou fiança, e a pena começará a ser cumprida em regime fechado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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