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Polícia Civil prende preventivamente empresário que perseguia ex-companheira em Cuiabá

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Um empresário investigado por diversos crimes de violência doméstica e descumprimento de medidas protetivas contra a ex-companheira teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (16.09), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá.

O suspeito de 40 anos foi indiciado pelos crimes de lesão corporal, violência psicológica e ameaça praticas contra a ex-namorada, de 23 anos.

O casal, que manteve um relacionamento por mais de quatro anos, está separado desde maio deste ano, ocasião em que o suspeito agrediu a vítima fisicamente, sendo decretadas as medidas protetivas de urgência.

Apesar da medida protetiva de urgência e botão do pânico deferidos pela Justiça, o agressor não respeitava a determinação do Poder Judiciária e continuava a perseguir, ameaçar e entrar em contato com a vítima, que chegou a registrar oito boletins de ocorrência contra o suspeito.

Até mesmo durante o período em que esteve preso, o suspeito tentou entrar em contato com a vítima, escrevendo cartas de próprio punho.

Diante dos evidentes riscos à vítima, a delegada titular da DEDM Cuiabá representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça e cumprida nesta segunda-feira (16), pelos policiais da Delegacia da Mulher de Cuiabá.

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“Mais um caso grave em que o agressor continua a perseguir e agir com violência contra a ex-companheira, descumprindo a determinação da Justiça. A Delegacia de Mulher de Cuiabá está atenta a todos os casos com foco de prender agressores e evitar crimes mais graves como possíveis feminicídios”, disse a delegada.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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