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Bombeiros retiram corpo de vítima que ficou presa às ferragens em acidente na BR-158

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, nesta quinta-feira (01.08), uma ocorrência de desencarceramento de uma vítima que ficou presa às ferragens após uma colisão entre dois veículos na BR-158, no município de Ribeirão Cascalheira (a 772 km de Cuiabá).

A equipe da 4ª Companhia Independente de Bombeiros (4ª CIBM) foi acionada para atender a uma ocorrência de colisão frontal envolvendo dois veículos de passeio. No local, os bombeiros militares identificaram que o acidente resultou em oito vítimas, das quais quatro foram a óbito no local, sendo que uma delas estava presa às ferragens de um veículo.

Os bombeiros militares prontamente realizaram o desencarceramento da vítima. Em seguida, o corpo foi entregue à Politec para os procedimentos legais. Já os feridos foram encaminhados para as unidades de saúde dos municípios de Ribeirão Cascalheira e Água Boa por terceiros.

A Polícia Rodoviária Federal também esteve presente na ocorrência prestando o apoio necessário.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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