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Polícia Civil fecha fábrica clandestina de armas de fogo e prende idoso responsável pelo local

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Uma fábrica clandestina de armas de fogo e munições artesanais, que abastecia o comércio ilegal de armas, foi fechada pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (13.06), em operação deflagrada pela Delegacia Regional de Guarantã do Norte.

Um idoso de 75 anos, responsável pelo local foi preso em flagrante por comércio ilegal de arma de fogo. A ação resultou na apreensão de armas, munições e de diversas ferramentas e peças utilizadas na fabricação das armas artesanais.

As investigações, coordenadas pela Delegacia Regional de Guarantã do Norte, iniciaram após denúncias de que o investigado fabricava armas e munições para o comércio ilegal. Com base nas informações, foi representado pelo mandado de busca e apreensão na residência do suspeito, que foi autorizado pela Justiça.

Nas buscas no local, foi constatada a veracidade das denúncias, sendo encontrada uma oficina de fabricação de armas artesanais, com diversas ferramentas como torno, furadeira de bancada, lixadeira, máquina de solda, além de peças como canos de espingarda, coronhas e outros itens utilizados na fabricação de armas e munições.

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Também foram apreendidas na oficina, munições em fabricação e armas de fogo e munições já prontas para serem comercializadas. Entre o material apreendido no local estão 11 armas de fogo, cerca de 65 canos de espingarda, 56 cartuchos e mais de 270 munições calibre 12, 20, 22 e 28.

Todo material vinculado ao crime foi apreendido e o suspeito encaminhado à Delegacia de Marcelândia, onde foi lavrado o flagrante. As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos na comercialização e compra das armas de origem ilícita.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

Influência externa

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As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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