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Indea emite 10,5 mil certificados de identificação de madeira; medida auxilia no combate ao desmatamento ilegal

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O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) emitiu mais de 10,5 mil Certificados de Identificação de Madeira nos primeiros cinco meses de 2024, o que representa a certificação da identidade botânica de mais de 287 mil metros cúbicos comercializados no Estado.

Localizado no Distrito Industrial em Cuiabá, o Posto de Identificação de Madeiras do Indea opera de forma ininterrupta, 24 horas por dia, durante todo o ano.

Em todas as cargas de madeiras, é realizada a fiscalização dos documentos obrigatórios como a guia florestal, a nota fiscal e comprovantes de recolhimento das taxas de identificação do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab). O segundo passo é realizar a inspeção da carga, com coleta de amostras para confirmação das espécies transportadas.

Caso os documentos estejam em conformidade com a carga, o Certificado de Identificação de Madeira é emitido e o veículo segue viagem. Se houver inconformidade, o veículo e a carga são encaminhados para autoridade ambiental competente.

O Laboratório de Tecnologia da Madeira (LTM) do Indea desempenha funções importantes, como a identificação de amostras para madeireiras e produtores florestais, perícias técnicas e apoio a órgãos públicos no combate ao desmatamento ilegal.

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Apenas neste ano, o LTM já realizou 87 análises laboratoriais, emitiu 30 laudos periciais e apoiou tecnicamente quatro operações de combate ao desmatamento ilegal.

Além disso, os servidores identificadores de madeira que atuam nos escritórios regionais no interior do Estado têm desempenhado um papel crucial na emissão de documentos técnicos de identificação de madeira em cargas apreendidas, atendendo a solicitações das delegacias de polícia Estadual e Federal, bem como dos juizados especializados.

* Com supervisão Luciana Cury

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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