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Flamengo sofre derrota para o Bolívar na Libertadores

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Na altitude de mais de 3.600 metros de La Paz, o Flamengo enfrentou o Bolívar em um jogo válido pela terceira rodada do Grupo E da Libertadores e acabou sendo derrotado por 2 a 1, no estádio Hernando Siles, nesta quarta-feira (24).

O único gol rubro-negro foi marcado por Viña. O resultado quebrou a série invicta de 22 partidas do Rubro-Negro nesta temporada, sendo uma derrota duramente sentida pela equipe.

O jogo iniciou com o Bolívar pressionando e abrindo o placar logo no primeiro minuto com Chico. O Flamengo reagiu prontamente, empatando aos quatro minutos com um belo gol de Viña.

Os bolivianos aproveitaram a altitude para controlar a posse de bola e criar oportunidades no ataque, enquanto o Mengão buscava se adaptar e apostar nos contra-ataques.

No segundo tempo, o Bolívar manteve o domínio e marcou o segundo gol aos 16 minutos com Bruno Sávio. O Flamengo buscou reagir com alterações no time, mas não conseguiu evitar a derrota, sofrendo sua primeira derrota na temporada.

A atuação do Flamengo foi marcada pela dificuldade em lidar com a altitude e pela falta de efetividade no campo, mesmo diante de uma equipe bastante modificada. A derrota expôs a vulnerabilidade do time em enfrentar desafios adversos, e a necessidade de melhorar a adaptação e o desempenho em situações difíceis.

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Em contraste com sua série invicta anterior, o Flamengo terá que avaliar os erros cometidos e trabalhar para retomar o caminho das vitórias.

A equipe terá que demonstrar resiliência e capacidade de superar obstáculos para alcançar seus objetivos na competição.

O resultado contra o Bolívar levanta questões sobre a consistência e preparação do time, destacando a importância de evolução e ajustes para os próximos desafios.

FICHA TÉCNICA 

Bolívar 2×1 Flamengo

3ª Rodada do Grupo E da Conmebol Libertadores
Local: Estádio Hernando Siles – La Paz, Bolívia
Data e hora: 24/04/2024
Arbitragem: Alexis Herrera (VEN), Tulio Moreno (VEN) e Lubin Torrealba (VEN)
Gols: Francisco da Costa (1’1ºT), Viña (4’1ºT) e Bruno Sávio (16’2ºT).

Flamengo: Rossi; Wesley, Fabrício Bruno, David Luiz, Léo Ortiz (Matheus Gonçalves) e Viña; Igor Jesus, De La Cruz (Lorran) e Gerson; Victor Hugo (Luiz Araújo) e Bruno Henrique. Técnico: Tite.

Bolívar: Lampe; Saavedra (Luis Paz), Orihuela, Jesús Sagredo e José Sagredo; Justiniano, Saucedo, Ramiro Vaca e Bruno Sávio; Pato Rodríguez e Francisco da Costa.
Técnico: Flavio Robatto.

Fonte: Esportes

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Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo

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O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.

O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.

A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.

Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.

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O castigo no segundo tempo

Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.

A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.

O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.

Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.

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O caminho da Noruega

Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.

FICHA TÉCNICA
Placar

Brasil 1 x 2 Noruega

Competição Copa do Mundo (oitavas de final)
Local MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA)
Data 5 de julho de 2026 (domingo)
Horário 17h (de Brasília)
Cartões amarelos Neymar (Brasil)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Ismail Elfath (EUA)
Assistentes Corey Parker e Kyle Atkins (EUA)
VAR Tatiana Guzman (NCA)
Gols Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil)
Brasil Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior.
Técnico do Brasil Carlo Ancelotti
Noruega Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland.
Técnico da Noruega Stale Solbakken

Fonte: Esportes

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