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Fluminense vence o Bahia de virada, com um jogador a menos pelo Brasileirão

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No Maracanã, o Fluminense venceu o Bahia de virada, neste sábado (24/06), em partida válida pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Chegando aos 31 pontos, o Tricolor retorna à parte de cima da tabela.

Sob comando do técnico Fernando Diniz, a equipe volta a campo nesta terça (27/06) para a sexta rodada da fase de grupos da Libertadores. O confronto, diante do Sporting Cristal, será às 21h, no Maracanã.

PRIMEIRO TEMPO

O Fluminense iniciou a partida pressionando o adversário. Logo no primeiro minuto, a bola sobrou para Lelê dentro da grande área, Keno apareceu para receber e, de cabeça, tentou encobrir o goleiro, que voltou a tempo de fazer a defesa.

Aos 4 minutos, Keno avançou pela direita e fez lançamento para Lelê, que cabeceou por cima do gol.

Aos 9, Pirani recebeu pela esquerda, passou pela zaga adversária infiltrando na área e chutou para o gol. O goleiro defendeu e a bola sobrou para Marcelo, que tentou no rebote, mas o goleiro fez a defesa novamente.

SEGUNDO TEMPO

O Fluminense começou o segundo tempo em busca do empate. Logo nos primeiros minutos, a zaga adversária tentou afastar a bola dentro da área e Lelê, de cabeça, colocou para dentro, deixando tudo igual no Maracanã.

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No lance seguinte, Keno tabelou com Pirani pela direita da grande área, o camisa 20 chutou forte para o gol e virou o jogo para o Tricolor.

O Fluminense manteve a pressão e criou mais chances na partida. Aos 26, Keno arriscou de fora da área, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos 32, Lelê recebeu no meio campo, conduziu até a entrada da grande área e cruzou para Pirani, que mandou de cabeça na trave.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 2 x 1 BAHIA

Campeonato Brasileiro – 12ª rodada

24/06/2023, 18h30 – Maracanã

Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Nino, David Braz e Marcelo (Felipe Andrade); Martinelli, Lima e Pirani (Guga); Arias, Keno (P.H. Ganso) e Lelê (Germán Cano). Técnico: Eduardo Barros

Bahia: Danilo Fernandes (Mateus Claus); Cicinho, Kanu, Vitor Hugo e Chávez; Rezende, Acevedo, Thaciano, Cauly e Kayky (Arthur Sales); Vinícius Mingotti. Técnico: Renato Paiva

Gols: Lelê (3′ 2T), Pirani (5′ 2T) (FLU); Vinícius Mingotti (28′ 1T) (BAH)

Cartões amarelos: Nino e Samuel Xavier (FLU)

Arbitragem: Savio Pereira Sampaio, auxiliado por Bruno Boschilla e Renata Cavalcanti de Santana

Fonte: Esportes

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Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo

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O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.

O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.

A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.

Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.

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O castigo no segundo tempo

Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.

A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.

O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.

Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.

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O caminho da Noruega

Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.

FICHA TÉCNICA
Placar

Brasil 1 x 2 Noruega

Competição Copa do Mundo (oitavas de final)
Local MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA)
Data 5 de julho de 2026 (domingo)
Horário 17h (de Brasília)
Cartões amarelos Neymar (Brasil)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Ismail Elfath (EUA)
Assistentes Corey Parker e Kyle Atkins (EUA)
VAR Tatiana Guzman (NCA)
Gols Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil)
Brasil Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior.
Técnico do Brasil Carlo Ancelotti
Noruega Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland.
Técnico da Noruega Stale Solbakken

Fonte: Esportes

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