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Defesa Civil e engenheiros avaliam estrutura de prédio que foi atingido por caminhão

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A Defesa Civil do Município de Cuiabá e engenheiros do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT) avaliaram, no início da manhã desta terça-feira (2), a estrutura do edifício Apuã, no bairro Jardim Tropical, atingido por um caminhão  na noite de segunda-feira (1).  Entre as medidas  adotadas prevalece a desocupação total do local. Os moradores foram orientados a retirar os pertences e farão isso em grupos sem utilizar o elevador. A caixa d’água do prédio também foi esvaziada. Outra ação imediata providenciada foram as escoras de contenção para o pilar danificado.

Devido ao risco, “o prédio ficará inabitável até que seja refeita a coluna danificada. Mediante o serviço executado, uma nova avaliação dos engenheiros será realizada”, explicou o diretor da Defesa Civil, Ozeias Souza de Oliveira.

O engenheiro Marcos Botelho, que também acompanhou a vistoria, informou que o escoramento segue orientação por engenheiro especialista, conforme orientações técnicas, e que o abalo atingiu o pilar e as vigas.

O prédio tem sete andares e comporta quatro apartamentos por andar. Os moradores deixaram o local ainda na noite de segunda-feira, seguindo orientação do Corpo de Bombeiros. Os moradores disseram ter sentido um tremor quando ocorreu o impacto do veículo.

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As informações são de que um caminhão sem freio desceu, arrebentando o portão da garagem e batendo no pilar do prédio. O motorista não estava na direção, teria parado o veículo e não acionou o freio de mão.

Ressalta-se que o trabalho está sendo feito com o acompanhamento do síndico do prédio, que contratou um engenheiro especialista para efetuar os devidos reparos, estabilidade e recuperação da estrutura.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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