VÁRZEA GRANDE
Prefeitura de Várzea Grande informa sobre o feriado de Carnaval e evento “VG Folia”
VÁRZEA GRANDE
A Prefeitura de Várzea Grande comunica à população que nos dias 12 e 13 de fevereiro, bem como até meio-dia do dia 14, os órgãos públicos municipais não funcionarão devido ao Carnaval, sendo considerado ponto facultativo. Durante esse período, apenas os serviços essenciais de limpeza, segurança e saúde estarão em operação.
No entanto, no dia 14 de fevereiro, Quarta-Feira de Cinzas, o expediente nos órgãos públicos municipais terá início a partir das 13 horas.
É importante ressaltar que, embora não haja folia de Carnaval pública no município, após uma pausa de 26 anos, Várzea Grande se prepara para vivenciar novamente a magia do Carnaval. O Instituto Sarã promoverá o evento “Carnaval Várzea-grandense – VG Folia”, nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro, na Praça Sarita Baracat, com entrada gratuita, sempre a partir das 22 horas.
O “VG Folia” contará com uma infraestrutura completa, incluindo segurança proporcionada pela Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, brigadistas, Guarda Municipal e segurança privada. Além disso, o evento garantirá serviços de limpeza, banheiros químicos e ambulância para assegurar a segurança e o bem-estar dos participantes.
O Instituto Sarã divulgou a presença de pelo menos 11 atrações confirmadas para o “VG Folia”. Confira as bandas e artistas que abrilhantarão o evento: Lambadão dos Federais, Toq D’Prazer, Banda Novo Som, Banda Real Som, Banda Puro Prazer, Jero Neto e Banda, Grupo H, Banda Sensação, Cantora Fernanda Leite e Participação especial de “Jovens Banda Show”.
A festa promete ser um momento de celebração e diversão, com atrações para todos os gostos.
Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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