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Entrega de relatório do Greening pode ser feita até dia 31

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Citricultores paulistas ganharam um prazo a mais da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo para a realização da inspeção e  entrega de relatório de detecção do greening.

O prazo para entrega d0 relatório sobre a doença encerrou-se no último dia 15. Segundo a secretaria 96,6% dos produtores do Estado já informaram os resultados das vistorias realizadas em seus pomares durante o 2° semestre de 2023. Ao todo, foram entregues 10.330 relatórios.

Mas os produtores que ainda não entregaram o relatório, têm até 31 de março apresentar o documento à defesa sanitária vegetal. Dentro desse prazo também é possível fazer correções, garantindo uma participação eficaz no planejamento de ações para manter a sanidade do setor citrícola.

A secretaria paulista realizou uma minuciosa em 214,9 milhões de plantas com foco na detecção do greening, uma praga conhecida na cultura cítrica.

Entre as plantas inspecionadas, mais de dois milhões estavam assintomáticas para a doença. A agora a Defesa Agropecuária tomará medidas para regularizar a situação dos inadimplentes, ressaltando a importância dos relatórios para o planejamento eficiente de ações de defesa sanitária, crucial para a preservação da saúde do setor citrícola paulista.

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Fonte: Pensar Agro

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Setor produtivo e bancos vão travar batalha de R$ 130 bilhões semana que vem no Senado

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A votação do projeto de lei que autoriza a renegociação de dívidas rurais, prevista para a próxima quarta-feira (10.06), tornou-se o ponto central das articulações do setor produtivo em Brasília. Enquanto entidades que representam o campo — como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e associações de produtores como a Aprosoja — intensificam o trabalho junto ao parlamento para assegurar a aprovação do texto com condições viáveis de pagamento, o sistema bancário iniciou uma ofensiva para limitar o alcance da medida.

O setor produtivo argumenta que a renegociação é uma necessidade estratégica para a manutenção da atividade agropecuária no País, diante de um cenário de custos elevados e margens apertadas. A proposta defendida pelos produtores busca um fôlego financeiro essencial para o setor, com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros controladas, garantindo que o ciclo produtivo não seja interrompido por desequilíbrios financeiros conjunturais. A mobilização, organizada pelas redes sociais, reflete o peso do setor na economia nacional e o temor de que o crédito rural sofra uma contração ainda maior sem a reestruturação dos passivos.

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Do outro lado, as instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), buscam apresentar um substitutivo. O sistema bancário argumenta que a amplitude do projeto original, aprovado em comissão na semana passada, poderia gerar riscos à segurança jurídica e à previsibilidade do crédito. A proposta dos bancos para “calibrar” o projeto inclui travar o benefício a um teto de R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo a dívidas de 2024 em diante e reduzir drasticamente o período de suspensão de vencimentos.

A disputa técnica centra-se no impacto financeiro e na governança dos contratos. Enquanto os bancos alegam complexidade operacional e riscos de “estímulos indevidos à inadimplência” com os prazos de até 13 anos e juros de 7,5%, os representantes do campo defendem que as regras de enquadramento devem ser amplas o suficiente para atender quem realmente precisa, excluindo apenas situações sem relação direta com a atividade econômica financiada.

A articulação política no Senado segue intensa. O setor produtivo aguarda a definição da pauta para esta semana, ciente de que o texto final poderá sofrer ajustes para acomodar as pressões do sistema bancário, mas mantendo a defesa de que a funcionalidade do sistema de crédito rural não deve ser usada como pretexto para impedir o socorro necessário ao produtor que movimenta a economia brasileira.

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Fonte: Pensar Agro

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