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Corpo de Bombeiros abre processo seletivo para contratação de brigadistas florestais

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso abriu, nesta terça-feira (15.08), as inscrições para o processo seletivo que visa a contratação de 174 brigadistas florestais temporários para reforçar as ações durante o período proibitivo do uso do fogo. A remuneração bruta mensal será de R$ 2.400.

A jornada de trabalho será de 44 horas semanais, no regime de plantão de 12 horas, seguido de 36 horas de descanso. O contrato será de dois meses, podendo ser prorrogado desde que haja previsão legal.

A inscrição é gratuita e deve ser realizada até 20 de agosto, das 8h às 12h e das 14h às 18h, nas unidades militares de 28 municípios, conforme descrito no edital. O interessado deverá entregar as fichas de inscrição e de análise preenchidas, e devem portar um documento de identificação oficial.

O processo seletivo será dividido em duas fases: a primeira consiste na avaliação curricular do candidato, de caráter classificatório e eliminatório; já a segunda será o Teste de Aptidão Física (TAF) e o Teste de Habilidade para Utilização de Ferramentas Agrícolas (THUFA). Ao final, o candidato selecionado passará pelo Curso de Capacitação de Brigadistas.

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Os profissionais selecionados irão atender os municípios de Cuiabá, Barão de Melgaço, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Santo Antônio do Leverger, Paranatinga, Alto Paraguai, Feliz Natal, Nova Maringá, Nova Ubiratã, União do Sul, Água Boa, Barra do Garças, Bom Jesus do Araguaia, Cocalinho, Confresa, Novo Santo Antônio, Ribeirão Cascalheira, Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião, Vila Bela da Santíssima Trindade, Aripuanã, Barra do Bugres, colniza, Cotriguaçu, Juara e Nova Bandeirantes.

O resultado final será divulgado no dia 9 de setembro, no Diário Oficial do Estado.

Confira o edital completo aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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