CUIABÁ
Search
Close this search box.

ESPORTES

Palmeiras perde a invencibilidade para o Bahia no Brasileirão

Publicado em

ESPORTES

O Palmeiras perdeu por 1 a 0 para o Bahia, nesta quarta-feira (21), na Arena Fonte Nova, em Salvador-BA, em duelo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro – com o resultado, o Verdão manteve os 22 pontos conquistados na vice-liderança do torneio nacional. Apesar do revés, o Alviverde segue sendo o time da Série A que menos perdeu em 2023 (quatro derrotas, ao lado do Grêmio) e a equipe com menos derrotas nesta edição do Campeonato Brasileiro, além de ter o melhor ataque(22 gols, seguido pelo Flamengo, com 21). 

O Palmeiras só foi derrotado duas vezes nos últimos 34 jogos de Campeonato Brasileiro (pelo Internacional, no Beira-Rio, na última rodada de 2022, quando entrou em campo com um time alternativo e com o título já garantido, e agora pelo Bahia, pelo primeiro turno de 2023) – neste período, foram 21 vitórias, 11 empates e dois reveses. Como visitante, só foi derrotado duas vezes nos últimos 27 jogos de Campeonato Brasileiro(justamente as derrotas para o Internacional, no Beira-Rio, e para o Bahia, na Arena Fonte Nova). São 13 vitórias, 12 empates e dois reveses.

Leia Também:  Bahia arranca empate nos acréscimos contra o Athletico-PR na Fonte Nova

Além disso, o Verdão perdeu apenas 11 vezes nas 116 partidas mais recentes, com 75 vitórias e 30 empates. Nas últimas 52, são só cinco derrotas, com 33 vitórias e 14 empates neste período. Como visitante, nos últimos 55 jogos, são 27 vitórias, 20 empates e oito derrotas.

MARCAS INDIVIDUAIS

> Mayke e Luan alcançaram a 71ª colocação da lista de jogadores com mais partidas pelo Palmeiras na história (225, ao lado de Felipe Melo).

> Zé Rafael superou Evair e se isolou na 54ª colocação do ranking de jogadores com mais partidas pelo clube (246).

O JOGO

Superior em boa parte da partida, o Palmeiras criou diversas oportunidades de gol diante do Bahia, na Arena Fonte Nova. No fim do primeiro tempo, inclusive, o Verdão teve um gol anulado pela arbitragem. Já na etapa final, apesar de criar mais chances, o Maior Campeão do Brasil acabou sofrendo um tento do rival e saiu derrotado de Salvador-BA.

Fonte: Esportes

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ESPORTES

Botafogo SAF pede Recuperação Judicial: o que isso significa e quais podem ser os impactos no Fair Play Financeiro da CBF

Publicados

em

A notícia de que o Botafogo SAF protocolou um pedido de recuperação judicial pegou muita gente de surpresa — especialmente pelo contraste com o momento esportivo recente do clube. Mas, longe de ser um “fim da linha”, o movimento revela algo mais comum no mundo empresarial do que no futebol: a necessidade de reorganizar a casa antes que a situação saia do controle.

Na prática, a recuperação judicial funciona como uma espécie de “respiro”. Ela permite que a empresa — neste caso, a SAF — renegocie suas dívidas, reorganize pagamentos e ajuste seu fluxo de caixa sem interromper suas atividades. Traduzindo: o Botafogo continua jogando normalmente, pagando salários e disputando campeonatos, enquanto tenta colocar as contas em ordem nos bastidores.

O próprio clube deixa claro que a prioridade é manter tudo funcionando. E isso é importante destacar: não há, neste momento, qualquer impacto direto no desempenho esportivo ou no calendário. O torcedor não deve esperar punições imediatas ou algo que tire o time de competições.

Mas a pergunta inevitável é: como um clube que conquistou títulos importantes recentemente chega a esse ponto?

A resposta passa menos pelo campo e mais pela estrutura financeira. A SAF foi montada com uma expectativa de investimentos e aportes que, segundo a nota, não se concretizaram como esperado. Soma-se a isso um problema delicado de governança: o acionista majoritário, de acordo com o clube, estaria dificultando a entrada de novos recursos. Esse tipo de impasse interno costuma ser silencioso, mas tem impacto direto — e pesado — nas finanças.

Leia Também:  Furacão chega a Argentina para o desafio contra o Estudiantes

É aí que a recuperação judicial entra como uma tentativa de reorganizar tudo ao mesmo tempo: dívidas, fluxo de caixa e até a própria estrutura de poder dentro da SAF.

Agora, olhando um pouco além do Botafogo, esse caso acende um alerta importante no futebol brasileiro, especialmente em relação ao Fair Play Financeiro que vem sendo discutido pela Confederação Brasileira de Futebol.

A ideia do Fair Play é simples no papel: clubes precisam gastar dentro daquilo que arrecadam e manter suas obrigações em dia. O problema é como aplicar isso em situações como essa.

Por um lado, a recuperação judicial é um mecanismo legal, previsto inclusive na Lei das SAFs. Ou seja, não é uma irregularidade — é uma ferramenta de ajuste. Por outro, ela escancara um desequilíbrio financeiro, justamente o tipo de situação que o Fair Play tenta evitar.

Na prática, o que deve acontecer é um meio-termo. O Botafogo dificilmente sofrerá punições imediatas por entrar em recuperação judicial. Mas o caso passa a colocá-lo sob um nível maior de atenção. Dependendo de como a CBF evoluir suas regras, clubes nessa condição podem enfrentar restrições no futuro, como limites de gastos ou maior controle sobre contratações.

Leia Também:  Palmeiras encerra preparação e chega a Curitiba para batalha da semifinal

Mais do que isso, o episódio pode virar um marco. O futebol brasileiro ainda está aprendendo a lidar com o modelo de SAF, e situações como essa ajudam a definir quais serão as “regras do jogo” daqui para frente.

Internamente, porém, talvez o maior desafio do Botafogo nem seja financeiro — seja político. O pedido para suspender o direito de voto do acionista majoritário indica um conflito sério dentro da estrutura da SAF. E, quando há disputa de poder, investidores tendem a recuar, decisões travam e a recuperação fica mais difícil.

O futuro do clube agora passa por algumas etapas bem claras: a aceitação do pedido pela Justiça, a apresentação de um plano de recuperação e a negociação com credores. Se tudo correr bem, o Botafogo pode sair desse processo mais organizado e sustentável. Caso contrário, o cenário se complica — e aí, sim, os reflexos podem chegar ao futebol.

No fim das contas, o torcedor pode respirar um pouco mais tranquilo no presente. O time segue em campo, competitivo, e sem mudanças bruscas à vista. Mas, fora das quatro linhas, o Botafogo entra em uma fase decisiva — talvez uma das mais importantes desde a criação da SAF.

Porque agora não se trata apenas de ganhar jogos. Trata-se de garantir que o clube tenha condições de continuar jogando no mais alto nível nos próximos anos.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA