MATO GROSSO
Curta-metragem é lançado como ferramenta pedagógica para escolas de MT
MATO GROSSO
Como parte das ações do Projeto Cibus – Você tem fome de quê?, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso lançou nesta quinta-feira (18) o curta metragem “O Delicioso Cardápio de Descobertas de Alice”, que será distribuído às escolas de Mato Grosso. O lançamento ocorreu durante reunião virtual organizada pela coordenadora do projeto, promotora de Justiça Maria Coeli Pessoa de Lima, com a participação de representantes de Diretorias Regionais de Educação, Secretarias Municipais de Educação, União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).
“Organizamos esta reunião para pedir ajuda, para que os senhores e senhoras incentivem a utilização desse vídeo nas escolas para conscientização sobre a necessidade de falarmos sobre a fome. Não podemos deixar de mostrar que o problema existe, mesmo em um estado que é produtor de grãos, para despertar o senso crítico em nossas crianças”, destacou a promotora de Justiça.
Segundo ela, o vídeo reflete o entendimento do Ministério Público do Estado de Mato Grosso de que a educação é um componente transformador na vida de pessoas, especialmente das crianças. A animação é utilizada como instrumento pedagógico para tratar de temas como meio ambiente, economia, agricultura, processos migratórios, infraestrutura, agronegócio e ciências sociais em atividades que podem ser trabalhadas de forma interdisciplinar, cuja abrangência dependerá da idade e série da criança.
A animação é destinada a crianças na faixa etária de seis a 10 anos. Durante a reunião, o jornalista Anderson Pinho, lotado no Departamento de Comunicação do Ministério Público, explicou as etapas de produção, destacando que o vídeo apresenta recortes das realidades regional e nacional.
Baixe aqui o curta metragem
Fonte: Ministério Público MT – MT
MATO GROSSO
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Fonte: Governo MT – MT
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