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Governo de MT já investiu R$ 9 milhões na obra do Hospital Regional do Araguaia

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), já investiu R$ 9 milhões na obra do Hospital Regional do Araguaia, em Confresa. Ainda está previsto um aporte financeiro de R$ 110 milhões para a conclusão da unidade, que deve estar disponível para a população em 2024.

“Estamos em ritmo acelerado para entregar aos moradores dos municípios da região de saúde Araguaia-Xingu um hospital de média e alta complexidade totalmente moderno e com serviço de qualidade. Esta é só uma das dezenas de obras que estão em andamento na Saúde do Estado”, diz o secretário de Saúde do Estado, Juliano Melo.

A obra do hospital já foi 8% concluída. No local, foram instalados o canteiro de obra, as estacas da edificação principal e a alvenaria estrutural dos blocos 11, 12, 13, 14. Segue em execução o colchão drenante; precisão de concretagem de Radier; fundações dos blocos 7 e 8; alvenaria estrutural no bloco 8; concretagem de pilares, vigas e lages do bloco 11.

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O Hospital Regional do Araguaia será referência para sete municípios da região e contará com um total de 151 leitos, sendo 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI. A unidade também terá 10 consultórios médicos, 2 consultórios para atendimento a gestantes, 6 salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia e colonoscopia.

Novos Hospitais

Além do Hospital Regional do Araguaia, o Governo do Estado está construindo outros cinco novos hospitais. São eles: os Hospitais Regionais de Juína, de Tangará da Serra e de Alta Floresta, o Hospital Central e o Hospital Universitário Júlio Muller, ambos em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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