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Mapeamento de pontos turísticos de VG é o primeiro passo para estruturar locais e reter visitantes

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Pela primeira vez, a prefeitura de Várzea Grande está elaborando o Mapa do Turismo da cidade. Desde o final do ano passado, a secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo (SMDETT), por meio da Superintendência de Turismo, está mapeando locais que são pontos de turismo já consolidados, bem como avaliando outros locais que podem passar a integrar um roteiro de visitações, a partir de agora.

Tudo começou com um City Tour pela cidade. Pontos turísticos foram visitados in loco com o apoio de um guia. O ponto de partida foi a Orla da Alameda Júlio Müller. O passeio se estendeu pelas comunidades de Passagem da Conceição, Bonsucesso e Limpo Grande. No Centro da cidade, sob um olhar mais atento, a cidade oferta a Casa de Artes, a igreja Nossa Senhora da Guia e Nossa Senhora do Carmo, a Caixa D´Água da Avenida Filinto Müller, que mesmo desativada faz parte da paisagem e é até hoje uma referência aos várzea-grandenses no coração da cidade. No Centro tem ainda a Fundação Memorial Júlio Campos que concentra um importante acervo sobre a história da cidade e sua gente e o monumento ao fundador da cidade na praça general Couto Magalhães, na bifurcação entre as Avenidas Couto Magalhães com Ponce de Arruda, onde também está localizada a Drogasil.

E não acabou: Várzea Grande oferta três parques urbanos: Flor do Ipê, Tanque do Fancho – ao lado do Paço Municipal – e Bernardo Berneck. A segunda maior cidade de Mato Grosso é referência aos católicos. Reúne semanalmente milhares de pessoas no Rincão do Meu Senhor, no Cristo Rei, um espaço que se tornou ponto obrigatório ao turismo religioso.

Participaram do City Tour técnicos da Pasta, do Senac e do Contour. Todos os locais tiveram seus pontos fracos e fortes avaliados, dificuldades levantadas, acessibilidade e coleta de sugestões de melhorias. Todas as informações estão sendo processadas e estruturadas pelo Município para proposição de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do setor várzea-grandense por inteiro.

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Como destaca o prefeito Kalil Baracat, Várzea Grande tem atrativos para reter visitantes, torná-los turistas e ofertar opções para quem está à procura de lazer e entretenimento, bem como a negócios ou mesmo para conhecer mais da cultura, tradição e gastronomia. “O Mapa do Turismo é o primeiro passo para estruturação, fortalecimento e potencialização do trade turístico local. Queremos e vamos reter o turista em Várzea Grande”.

O secretário Charles Caetano Rosa frisa que além da estruturação dos pontos turísticos e da divulgação de cada um deles, o Mapa do Turismo é o pontapé inicial para a confecção do inventário turístico, um compilado de informações que vai traçar um verdadeiro raio-x da cidade, trazendo dados quantitativos, como por exemplo, número de leitos para hospedagem, como também informações acerca de acessos, estrutura básica, empregos gerados. “Várzea Grande, seja para o curto, médio e longo prazos, precisa de um Plano de Desenvolvimento do Turismo e todas as informações que estão sendo coletadas, as já coletadas, os desafios e as oportunidades, especialmente o que ainda dificulta o start do nosso potencial, precisam ser conhecidos, medidos, para então serem superados”.

DO PAPEL À PRÁTICA – O secretário destaca ainda, que a secretaria acabou de completar seu primeiro ano de existência em março. “Foram menos de doze meses de trabalho efetivo até aqui, mas conseguimos atuar em várias frentes para atender ao desenvolvimento econômico da cidade, planejamento esse que passa por várias áreas. Em 2023, quero focar um pouco mais no turismo. Temos sim potenciais a serem bem administrados. Temos cultura, tradição, história, pontos turísticos, locais de lazer, temos hospedagem de alto padrão, temos um aeroporto no centro de Várzea Grande e também ofertamos uma rede gastronômica centralizada e ainda em locais mais afastados para quem prefere ter mais contato com a natureza. É extremamente importante conhecermos nossos gargalos e o city tour que fizemos nos ajudou muito no mapeamento das oportunidades e dos desafios que temos”, lembrou.

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Com orgulho, o secretário fez questão de pontuar que Várzea Grande entrou em ciclo de desenvolvimento e prosperidade. “Acredito que com o planejamento de curto, médio e longo prazos, operacionalização do Parque Tecnológico e com a internacionalização do aeroporto Marechal Rondon, Várzea Grande se tornará referência em várias áreas, especialmente, na prestação de serviços, criação de postos de trabalho e no turismo. Se sem a internacionalização já movimentamos cerca de 3 milhões de passageiros ao ano, com essa chancela vamos a mais de 5 milhões. O turismo se torna uma área estratégica para Várzea Grande”.

Charles aproveitou para anunciar que o foco no turismo se revela na prática com a participação de Várzea Grande na Feira Internacional do Turismo, a FIT Pantanal, que será realizada de 4 a 7 de maio, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, evento com a previsão de receber cerca de 100 mil visitantes. “Estamos na concepção final da nossa participação, mas vamos aproveitar o espaço para mostrar que Várzea Grande é mais que uma porta de entrada para Mato Grosso, é uma porta que se abre, te recepciona, te convida a ficar e oferece conforto, comida boa, hospitalidade e muita história”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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