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Paz em Casa: Fórum de Poxoréu promove diálogo para conscientização autores de agressões

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Dezenas de homens autores de agressões participaram da 1ª Reunião de Conscientização, promovida pela Comarca de Poxoréu (250 km ao sul de Cuiabá), durante a 23ª Semana Nacional da Justiça pela Paz em Casa.
 
Um ambiente construtivo de diálogo foi preparado com o objetivo de conscientizar os homens sobre os diversos tipos de violência doméstica, e as consequências psicológicas e emocionais, geradas a partir de episódios de agressão familiar.
 
Mesmo nos casos, onde as vítimas são mulheres, o trauma vivenciado pelos filhos pode gerar consequências desastrosas para a formação do individuo e sua convivência em sociedade. Na maioria dos casos, modelos vividos dentro de casa, acabam reproduzidos em sociedade, perpetuando o ciclo de violência.
 
Coordenada pelo juiz Darwin de Souza Pontes, a estratégia do encontro foi levar os homens à reflexão, sobre a tomada de atitudes conciliadoras, para a pacificação do ambiente doméstico. Esclarecimentos de duvidas e informações sobre a Lei Maria da Penha (11.340/06) também debatidas na reunião.
 
“Infelizmente, o maior volume de ações penais da nossa comarca envolve situações de violência doméstica ou familiar contra a mulher. Nossa proposta foi criar um ambiente informal, de bate papo, pensando exatamente em esclarecer esses homens sobre seu comportamento dentro da própria família, e os efeitos gerados, principalmente, sobre o emocional das crianças, marcas pelo trauma. A mudança de mentalidade somente será possível com educação e informação”, defendeu.
 
O modelo desenvolvido com base no diálogo consciente, também foi aplicado pelo juiz Darwin de Souza, na Comarca de Canarana, onde foram registradas reduções significativas nos casos de violência doméstica.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição das imagens: Imagem 1: Foto horizontal colorida. Juiz Darwin de Souza Pontes faz uso da palavra, no auditório do fórum. A frente do juiz, plateia formada por homens.
 
Naiara Martins
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MATO GROSSO

Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões

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O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.

Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.

O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.

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Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.

Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.

A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.

A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.

O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.

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“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.

Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.

“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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