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Corregedor recebe visita da delegada-geral da Polícia Judiciária Civil de MT

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MATO GROSSO

O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, o desembargador Juvenal Pereira da Silva, recebeu visita de cortesia da delegada-geral da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, Daniela Silveira Maidel. O encontro teve o intuito de estreitar relações e de tratar de diversos assuntos referentes ao trabalho desenvolvido pelas instituições.
 
O desembargador Juvenal Pereira agradeceu a visita. “É de grande importância encontros como esse, que servem para aproximar as instituições e fazer com que seja possível traçar estratégias e ações para trabalho conjunto. O diálogo interinstitucional é o principal caminho para a melhor oferta de serviços à comunidade”, afirmou o corregedor, Juvenal Pereira da Silva.
 
“A Polícia Judiciária Civil evolui muito nos últimos anos, assim como o Poder Judiciário, principalmente em tecnologia. E a integração entre as nossas entidades e o PJe trouxe celeridade processual. Tanto que outros Estado chegam a questionar como evoluímos tão rápido e isso foi fruto de um trabalho em conjunto. Esperamos continuar com a parceria nessa nova gestão”, destacou a delegada-geral da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, Daniela Silveira Maidel.
 
O juiz auxiliar da corregedoria, Lídio Modesto, aproveitou a oportunidade para fazer um convite a Polícia Judiciária Civil. “Em julho iremos realizar uma audiência pública sobre Inteligência Artificial e a aplicabilidade dela no Sistema da Justiça e gostaríamos de contar com a presença de vocês, para debater e trazer um pouco da realidade de vocês neste tema”.
 
Participaram do encontro o juiz auxiliar, Emerson Luis Pereira Cajango e o coordenador da Corregedoria, Flávio de Paiva Pinto.
 
#ParaTodosVerem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida. Todos estão sentados à mesa.
 
Larissa Klein
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MATO GROSSO

Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões

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O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.

Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.

O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.

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Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.

Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.

A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.

A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.

O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.

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“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.

Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.

“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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