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Eleição para PGJ começa às 17h desta sexta-feira (02)

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A partir das 17h desta sexta-feira (02) estará disponível aos membros do Ministério Público do Estado de Mato Grosso o sistema de votação para a escolha do novo procurador ou procuradora-geral de Justiça. Participam da disputa a promotora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela e o promotor de Justiça Deosdete Cruz Júnior. Duzentos e cinquenta e oito membros da instituição estão aptos a votar.

Na manhã desta quinta-feira (01), os integrantes da Comissão Eleitoral emitiram a zerésima, comprovando a inexistência de registros de voto no sistema. Participaram da checagem o procurador de Justiça e presidente da Comissão Eleitoral, Ezequiel Borges, os demais integrantes da Comissão, promotores de Justiça Carlos Eduardo Silva e Daniele Crema da Rocha, os representantes dos dois candidatos, os promotores de Justiça Adriano Augusto Streicher Souza, Tiago de Sousa Afonso da Silva e Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, além de técnicos do Departamento de Tecnologia da Informação.

O presidente da Comissão Eleitoral explica que o sistema de votação ficará disponível no módulo Eleições no portal de aplicativos do Ministério Público até as 17h de segunda-feira (05). A apuração dos votos ocorrerá de forma presencial no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça após o encerramento da votação.

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“O voto poderá ser exercido unicamente por meio do sistema eletrônico. Durante o período de votação, o sistema fornecerá informações apenas sobre o percentual de participação dos eleitores. Somente após o encerramento, será possível verificar a quantidade de votos recebidos por candidato”, informou o procurador de Justiça.

Por razões de segurança, segundo ele, o acesso ao portal não estará automaticamente liberado aos eleitores que estiverem fora do território nacional, em férias ou licença. “Para conciliar o direito ao sufrágio dos (as) colegas que se encontrarem no exterior no período previsto para votação com a segurança dos dados e do sistema tecnológico da instituição, a alternativa encontrada pelo DTI foi a liberação individual do aparelho, desde que obedecidos determinados requisitos”, esclareceu.

ESCOLHA FINAL – A Constituição Federal concede ao Governador do Estado a prerrogativa de escolher entre os integrantes da lista tríplice, definida pelos Membros do Ministério Público, o nome da pessoa que chefiará a instituição por um período de dois anos. A lista é formada de acordo com a ordem de votação recebida. Em Mato Grosso, tradicionalmente a escolha da categoria tem sido respeitada pelo chefe do Poder Executivo.

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Fonte: MP MT

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Polícia Civil mira grupo investigado por sextorsão contra influenciadora digital em Mato Grosso

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.

Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.

Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.

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Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.

Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.

As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.

Nome da operação

O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.

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Fonte: Governo MT – MT

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