ESPORTES
América-MG goleia o Red Bull Bragantino fora de casa no Brasileirão
ESPORTES
O Red Bull Bragantino não somou pontos contra o América-MG, no Nabizão, pela 36ª rodada do Brasileirão 2022. Na noite deste sábado (05), o Massa Bruta foi superado por 4 a 1. Juninho (duas vezes), Henrique Almeida e Everaldo marcaram pelos mineiros. Luan Cândido descontou no placar.
Com o resultado, a equipe comandada pelo técnico Mauricio Barbieri permanece com 44 pontos, na 14ª posição. O próximo confronto do Braga pela competição nacional será contra o Fortaleza-CE, na quarta-feira (09), às 20h30h, fora de casa.
O JOGO
O Massa Bruta começou pressionando no campo de ataque. Antes dos 20 segundos de jogo, Helinho interceptou a saída de bola do goleiro adversário, partiu em velocidade, invadiu a área e finalizou forte com a perna esquerda, por cima do gol, levando muito perigo.
Aos 2 minutos, Helinho dominou pelo meio e abriu a jogada para Artur na direita. O camisa 7 partiu para cima da marcação e levantou na área. Hyoran escorou e Helinho chegou batendo. O goleiro Cavichioli fez grande defesa para impedir o gol do Braga.
O América abriu o placar aos 5 minutos, com Juninho.
Aos 13 minutos, Artur cobrou falta da direita em direção a área. Natan desviou e obrigou o goleiro adversário a fazer mais uma grande defesa.
No minuto seguinte, Artur recebeu pela direita e levantou na área. O defensor adversário colocou a mão na bola e a arbitragem assinalou o pênalti após checagem do VAR. Luan Cândido bateu e converteu! Foi o 11º gol do lateral esquerdo do Red Bull Bragantino no Brasileirão.
O América retomou a frente no placar com Henrique Almeida e Everaldo, aos 25 e aos 42 minutos, respectivamente.
Aos 49, Helinho cobrou falta da esquerda e encontrou Artur sozinho dentro da área. O camisa 7 finalizou de primeira e a bola passou com perigo à esquerda do gol.
No início da segunda etapa, aos 2 minutos, Artur fez bom passe para Aderlan pela direita. O lateral fez o cruzamento e encontrou Popó na segunda trave. O centroavante subiu mais do que a defesa e cabeceou com perigo, por cima do gol.
Aos 26 minutos, Miguel aproveitou sobra de bola pela direita, avançou para dentro da área e finalizou cruzado. Cavichioli caiu bem e fez a defesa.
Pouco depois, aos 31, Artur fez lindo passe para Helinho pela esquerda. O camisa 11 chegou batendo e a bola explodiu no travessão. Na sequência, Lucas Evangelista finalizou de fora da área com muito perigo e obrigou Cavichioli a fazer grande defesa.
Aos 34, o América saiu em contra-ataque, Matheusinho finalizou de frente para o gol e Cleiton fez uma defesaça.
Quatro minutos depois, Helinho recebeu pela esquerda, avançou em velocidade, invadiu a área e bateu cruzado. Cavichioli novamente fez a defesa.
Aos 44, o América ampliou o placar com Juninho.
Sem mais chances, a partida foi encerrada com o placar de 4 a 1 para o adversário.
FICHA TÉCNICA
Red Bull Bragantino 1 x 4 América-MG
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista;
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique;
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira e Renan Aguiar da Costa;
Cartões amarelos: Ricardo Silva e Alê (América); Kevin Lomónaco, Raul, Luan Candido, Artur, Aderlan e Popó (Red Bull Bragantino);
Gols: Juninho, aos 5 do 1ºT e aos 44 do 2ºT, Henrique Almeida, aos 25 do 1ºT, e Everaldo, aos 42 do 1ºT (América); Luan Cândido, aos 14 do 1ºT (Red Bull Bragantino).
Red Bull Bragantino: Cleiton; Aderlan, Kevin Lomónaco, Natan e Luan Cândido; Raul (Jadsom), Lucas Evangelista (Carlos Eduardo) e Hyoran (Miguel); Artur (Welliton), Helinho e Popó (Alerrandro). Técnico: Mauricio Barbieri.
América-MG: Cavichioli; Cáceres, Conti, Ricardo Silva, Marlon (Danilo Avelar), Juninho, Alê, Benitez (Matheusinho), Everaldo (Lucas Kal), Henrique Almeida (Wellington Paulista), Felipe Azevedo (Aloísio). Técnico: Vagner Mancini.
Fonte: Agência Esporte
ESPORTES
Botafogo SAF pede Recuperação Judicial: o que isso significa e quais podem ser os impactos no Fair Play Financeiro da CBF
A notícia de que o Botafogo SAF protocolou um pedido de recuperação judicial pegou muita gente de surpresa — especialmente pelo contraste com o momento esportivo recente do clube. Mas, longe de ser um “fim da linha”, o movimento revela algo mais comum no mundo empresarial do que no futebol: a necessidade de reorganizar a casa antes que a situação saia do controle.
Na prática, a recuperação judicial funciona como uma espécie de “respiro”. Ela permite que a empresa — neste caso, a SAF — renegocie suas dívidas, reorganize pagamentos e ajuste seu fluxo de caixa sem interromper suas atividades. Traduzindo: o Botafogo continua jogando normalmente, pagando salários e disputando campeonatos, enquanto tenta colocar as contas em ordem nos bastidores.
O próprio clube deixa claro que a prioridade é manter tudo funcionando. E isso é importante destacar: não há, neste momento, qualquer impacto direto no desempenho esportivo ou no calendário. O torcedor não deve esperar punições imediatas ou algo que tire o time de competições.
Mas a pergunta inevitável é: como um clube que conquistou títulos importantes recentemente chega a esse ponto?
A resposta passa menos pelo campo e mais pela estrutura financeira. A SAF foi montada com uma expectativa de investimentos e aportes que, segundo a nota, não se concretizaram como esperado. Soma-se a isso um problema delicado de governança: o acionista majoritário, de acordo com o clube, estaria dificultando a entrada de novos recursos. Esse tipo de impasse interno costuma ser silencioso, mas tem impacto direto — e pesado — nas finanças.
É aí que a recuperação judicial entra como uma tentativa de reorganizar tudo ao mesmo tempo: dívidas, fluxo de caixa e até a própria estrutura de poder dentro da SAF.
Agora, olhando um pouco além do Botafogo, esse caso acende um alerta importante no futebol brasileiro, especialmente em relação ao Fair Play Financeiro que vem sendo discutido pela Confederação Brasileira de Futebol.
A ideia do Fair Play é simples no papel: clubes precisam gastar dentro daquilo que arrecadam e manter suas obrigações em dia. O problema é como aplicar isso em situações como essa.
Por um lado, a recuperação judicial é um mecanismo legal, previsto inclusive na Lei das SAFs. Ou seja, não é uma irregularidade — é uma ferramenta de ajuste. Por outro, ela escancara um desequilíbrio financeiro, justamente o tipo de situação que o Fair Play tenta evitar.
Na prática, o que deve acontecer é um meio-termo. O Botafogo dificilmente sofrerá punições imediatas por entrar em recuperação judicial. Mas o caso passa a colocá-lo sob um nível maior de atenção. Dependendo de como a CBF evoluir suas regras, clubes nessa condição podem enfrentar restrições no futuro, como limites de gastos ou maior controle sobre contratações.
Mais do que isso, o episódio pode virar um marco. O futebol brasileiro ainda está aprendendo a lidar com o modelo de SAF, e situações como essa ajudam a definir quais serão as “regras do jogo” daqui para frente.
Internamente, porém, talvez o maior desafio do Botafogo nem seja financeiro — seja político. O pedido para suspender o direito de voto do acionista majoritário indica um conflito sério dentro da estrutura da SAF. E, quando há disputa de poder, investidores tendem a recuar, decisões travam e a recuperação fica mais difícil.
O futuro do clube agora passa por algumas etapas bem claras: a aceitação do pedido pela Justiça, a apresentação de um plano de recuperação e a negociação com credores. Se tudo correr bem, o Botafogo pode sair desse processo mais organizado e sustentável. Caso contrário, o cenário se complica — e aí, sim, os reflexos podem chegar ao futebol.
No fim das contas, o torcedor pode respirar um pouco mais tranquilo no presente. O time segue em campo, competitivo, e sem mudanças bruscas à vista. Mas, fora das quatro linhas, o Botafogo entra em uma fase decisiva — talvez uma das mais importantes desde a criação da SAF.
Porque agora não se trata apenas de ganhar jogos. Trata-se de garantir que o clube tenha condições de continuar jogando no mais alto nível nos próximos anos.
-
POLÍTICA5 dias atrásTJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT
-
POLÍCIA5 dias atrásGoverno de MT firma pacto com TJ, MP, AL, TCE e Defensoria em defesa das mulheres
-
POLITÍCA NACIONAL5 dias atrásComissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
-
POLÍTICA4 dias atrásALMT participa do lançamento do “MT em Defesa das Mulheres” e reforça rede de proteção
-
POLÍTICA6 dias atrásEntrega de trator fortalece agricultura familiar na Gleba Monjolo, em Chapada dos Guimarães
-
POLÍCIA6 dias atrásHomem é preso pela PM com documentos falsos em abordagem na MT-100
-
ESPORTES2 dias atrásMato-grossense Leonardo Storck é campeão e conquista vaga em Roland Garros
-
MATO GROSSO4 dias atrásPolícia Militar prende homem e fecha garimpo ilegal em Novo Mundo






