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MATO GROSSO

Promotorias de Justiça devem priorizar atuação para ampliar vacinação

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MATO GROSSO

Creches, berçários, centros de educação e escolas, em especial as de ensino infantil, deverão ser notificadas pelas Promotorias de Justiça da Capital e interior do estado para que verifiquem se os alunos matriculados estão com a caderneta de vacinação regular. A orientação, enviada aos promotores de Justiça, consta em recomendação elaborada pela Procuradoria-Geral de Justiça, Corregedoria-Geral, Procuradoria Especializada da Cidadania e Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde.

Conforme a Recomendação Conjunta, caso as unidades de ensino constatem alguma irregularidade em relação à vacinação das crianças, o Conselho Tutelar deverá ser comunicado para adoção das providências cabíveis no sentido de conscientização dos pais para a devida regularização.

Os membros do MPMT também deverão expedir recomendação ao poder público municipal, respeitadas as peculiaridades locais, para que realize campanhas de intensificação vacinal, com veiculação de conteúdo destinado a convocar a população para a vacinação nas unidades de saúde, conscientizando-a sobre a importância da imunização e sobre o risco de reintrodução e disseminação de doenças como poliomielite, sarampo, Covid-19, entre outras.

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Além disso, terão que verificar, com a coleta de dados perante as secretarias de Saúde, se os municípios estão cumprindo com os planos de vacinação/imunização de sarampo, poliomelite ou Covid-19. Caso seja necessário, as Promotorias de Justiça deverão compelir as autoridades locais a adotarem providências para a cobertura vacinal.

A atuação do Ministério Público para garantir a cobertura vacinal deverá ser registrada por meio da instauração de procedimento administrativo.

Baixo índice – De acordo com o MPMT, diversos municípios de Mato Grosso estão com índices mais baixos de cobertura do que o recomendado pelos órgãos nacionais da saúde. Em 2020, o Brasil perdeu o certificado internacional de país livre de sarampo, que havia sido concedido pela Organização Panamericana de Saúde.

Foto: Agência Brasil

Fonte: MP MT

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MP MT

Gaeco faz operação contra grupo que causou prejuízo de R$ 28 mi ao agro

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou a 2ª fase da Operação Safra Desviada, que investiga um esquema criminoso de desvios estimados em R$ 28,7 milhões ao agronegócio de Mato Grosso.De acordo com as investigações, a estrutura utilizada pelos investigados teria causado prejuízos a produtores rurais e empresas do segmento. Os suspeitos também teriam adotado medidas para dificultar a atuação das investigações.O grupo é suspeito de utilizar empresas e de mecanismos financeiros para obter vantagens ilícitas em operações relacionadas ao setor algodoeiro.Nesta etapa da operação, estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais contra os investigados.Entre as determinações judiciais estão o sequestro de uma aeronave e de três veículos, a quebra dos sigilos bancário e fiscal de 10 pessoas físicas e jurídicas, o bloqueio de ativos financeiros, a indisponibilidade de bens imóveis dos investigados.O cumprimento das ordens judiciais ocorre nos municípios de Lucas do Rio Verde, Nova Ubiratã, Sinop e Tapurah, em Mato Grosso, além de Presidente Prudente e Álvares Machado, no estado de São Paulo.A operação conta com o apoio de unidades da Polícia Militar dos estados de Mato Grosso e São Paulo. Em Mato Grosso, participam das ações equipes dos 11º e 12º Batalhões da Polícia Militar, das Forças Táticas de Sinop, Sorriso e Nova Mutum, além de efetivos do 13º Batalhão da Polícia Militar de Lucas do Rio Verde e do 1º Pelotão da Polícia Militar de Tapurah. No estado de São Paulo, o apoio operacional é prestado pelo 8º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP), que auxilia no cumprimento das medidas judiciais.O Gaeco é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e integrada pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e pelo Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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